sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

vai-te embora enganador!


Em entrevista a uma rádio local, o vereador Aires Pereira, relativamente ao “Caso Dourado”, em que ele e o Tone foram condenados em processo-crime por abuso de poder, declarou o seguinte:

“Sobre esse caso é preciso clarificar duas situações: em primeiro lugar eu ainda não fui condenado porque a sentença está em sede de recurso e, por isso, ainda não transitou em julgado.”

Perdão. A sentença está em sede de recurso porque ele foi condenado.

É bem diferente e é importante não confundir as situações, como pretende o vereador.

Pouco depois estabelece a comparação com o que sucedeu na Câmara Municipal de Setúbal. Leia aqui.

Novamente errado.

Houve na realidade vários funcionários, na referida Câmara, que receberam a sanção disciplinar por terem faltado cinco vezes seguidas, mas nenhum deles foi nomeado, de imediato, Presidente de uma Empresa Municipal, como aconteceu com António Dourado.

Consequentemente, se Aires Pereira está à espera de jurisprudência, vai ter de esperar por melhores dias.






quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

os medos de aires pereira


Quando são anunciadas entrevistas aos autarcas, confesso que já não espero nada de novo.

Para quem, como eles, estão há 14 anos, no caso do candidato Macedo Vieira, e 18 no do mestre-de-obras Aires Pereira, tudo o que se disser é retirado a papel químico de entrevistas anteriores.

Como elas se sucedem na média de 6 por ano, fácil é concluir que geram sistematicamente pouco interesse.

A última do mestre-de-obras Aires Pereira não fugiu à regra.

Repetitiva, pouco clara, mastigada, sem ideias novas e uma tendência doentia para se considerar vítima da oposição que o Partido Socialista desencadeia na Câmara, em particular na pessoa de Silva Garcia.

Será que o próprio não se apercebe que esse discurso já não convence os poveiros?

Será que ele não reparou que jornais como o “Póvoa Semanário” e o “Voz da Póvoa” têm vindo a descer em audiências, com o consequente cancelamento de assinaturas por parte de muitos leitores, que estão fartos de assistir à semanal distorção das notícias?

Do pouco interesse que a entrevista desperta, há um assunto que por ser tratado de forma tão anacrónica, de imediato despertou suspeitas por estas bandas.

A candidatura de Macedo Vieira.

Que razões existem para tornar público este assunto quando ainda estamos a dois anos das próximas autárquicas?

Em minha opinião só existe uma:

Aires Pereira ficaria imensamente satisfeito se pudesse livrar-se de Macedo Vieira.

Para tal teria de ter a certeza que aquele não se candidataria por outro partido.

Esse é o principal receio de Aires Pereira, porque criaria uma forte divisão no eleitorado social-democrata, tal como aconteceu com Manuel Vaz quando abandonou o CDS e se candidatou pelo PSD, lá atrás em 1990.

E os seus receios são fundados:

1- São públicos os diversos desentendimentos entre ambos;

2- Ambos ficaram em lados diferentes das barricadas social-democratas;

3- Macedo Vieira, homem que pugna a sua acção política pela coerência, já deixou subentendido que abandonará o PSD. Se o leitor puxar da memória lembrar-se-á que Macedo Vieira entrou para as fileiras do partido, por ser Marques Menses o líder, porque se fosse Santana Lopes não o faria. Está escrito!

Que teria Aires Pereira de fazer, como o fez, aliás, nas suas declarações a uma Rádio local?

Passar a decisão relativamente à sua candidatura pelo PSD para Macedo Vieira e, desta forma, encostá-lo à parede.

Se Macedo Vieira se candidatar por outro partido não foi porque não tenha sido convidado pelo PSD, o que motivará a animosidade dos eleitores laranja que verão, desta forma, em Macedo um “salta pocinhas”, um oportunista, um agarrado ao poder.

Resta saber se o candidato Macedo continua a manter a veia ganhadora que o caracterizou.

Da minha parte não tenho qualquer dúvida:

O candidato Macedo está longe da aceitação que teve no passado recente.

Se essa aceitação ainda permite ganhar eleições é algo que permanece em dúvida.

A humilhação pública do candidato Macedo Vieira seria incomensurável perante uma derrota em eleições autárquicas.







os medos de aires pereira


Quando são anunciadas entrevistas aos autarcas, confesso que já não espero nada de novo.

Para quem, como eles, estão há 14 anos, no caso do candidato Macedo Vieira, e 18 no do mestre-de-obras Aires Pereira, tudo o que se disser é retirado a papel químico de entrevistas anteriores.

Como elas se sucedem na média de 6 por ano, fácil é concluir que geram sistematicamente pouco interesse.

A última do mestre-de-obras Aires Pereira não fugiu à regra.

Repetitiva, pouco clara, mastigada, sem ideias novas e uma tendência doentia para se considerar vítima da oposição que o Partido Socialista desencadeia na Câmara, em particular na pessoa de Silva Garcia.

Será que o próprio não se apercebe que esse discurso já não convence os poveiros?

Será que ele não reparou que jornais como o “Póvoa Semanário” e o “Voz da Póvoa” têm vindo a descer em audiências, com o consequente cancelamento de assinaturas por parte de muitos leitores, que estão fartos de assistir à semanal distorção das notícias?

Do pouco interesse que a entrevista desperta, há um assunto que por ser tratado de forma tão anacrónica, de imediato despertou suspeitas por estas bandas.

A candidatura de Macedo Vieira.

Que razões existem para tornar público este assunto quando ainda estamos a dois anos das próximas autárquicas?

Em minha opinião só existe uma:

Aires Pereira ficaria imensamente satisfeito se pudesse livrar-se de Macedo Vieira.

Para tal teria de ter a certeza que aquele não se candidataria por outro partido.

Esse é o principal receio de Aires Pereira, porque criaria uma forte divisão no eleitorado social-democrata, tal como aconteceu com Manuel Vaz quando abandonou o CDS e se candidatou pelo PSD, lá atrás em 1990.

E os seus receios são fundados:

1- São públicos os diversos desentendimentos entre ambos;

2- Ambos ficaram em lados diferentes das barricadas social-democratas;

3- Macedo Vieira, homem que pugna a sua acção política pela coerência, já deixou subentendido que abandonará o PSD. Se o leitor puxar da memória lembrar-se-á que Macedo Vieira entrou para as fileiras do partido, por ser Marques Menses o líder, porque se fosse Santana Lopes não o faria. Está escrito!

Que teria Aires Pereira de fazer, como o fez, aliás, nas suas declarações a uma Rádio local?

Passar a decisão relativamente à sua candidatura pelo PSD para Macedo Vieira e, desta forma, encostá-lo à parede.

Se Macedo Vieira se candidatar por outro partido não foi porque não tenha sido convidado pelo PSD, o que motivará a animosidade dos eleitores laranja que verão, desta forma, em Macedo um “salta pocinhas”, um oportunista, um agarrado ao poder.

Resta saber se o candidato Macedo continua a manter a veia ganhadora que o caracterizou.

Da minha parte não tenho qualquer dúvida:

O candidato Macedo está longe da aceitação que teve no passado recente.

Se essa aceitação ainda permite ganhar eleições é algo que permanece em dúvida.

A humilhação pública do candidato Macedo Vieira seria incomensurável perante uma derrota em eleições autárquicas.







quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

compadrio na póvoa de varzim

Depois das notícias vindas a público, resultado da intervenção de Renato Matos, líder da concelhia poveira do PS, de que o Torneio de Ténis que decorreu na Varzim Lazer havia sido entregue à empresa de um individuo casado com uma sobrinha do camarada Macedo Vieira, ele também camarada do camarada PSD de Vila do Conde, eis que tomámos conhecimento de que a Maratona do BTT do passado fim-de-semana foi também entregue à mesma empresa, a School Eventos, que pode consultar AQUI.
Cada participante, dos cerca de 1 500, pagou 25 Euros, o que dá para ter uma ideia perfeita de quanto a empresa da família do Presidente da Câmara arrecadou apenas num fim-de-semana, ou seja, cerca de 37 500 Euros limpos.
E dizemos limpos, porque a organização ainda teve o total apoio da Câmara, que para isso colocou a Polícia Municipal ao dispor do evento, forneceu t-shirts com o logótipo da autarquia, para além de toda a logística necessária.
E agora pergunto:
Onde está a oposição poveira para questionar o executivo sobre estes sinais evidentes de compadrio?
O camarada Macedo Vieira e o camarada PSD de Aires Pereira não venham com a desculpa que não sabiam de nada.
Eles estavam lá.
Veja o leitor.

btt5

btt4

compadrio na póvoa de varzim

Depois das notícias vindas a público, resultado da intervenção de Renato Matos, líder da concelhia poveira do PS, de que o Torneio de Ténis que decorreu na Varzim Lazer havia sido entregue à empresa de um individuo casado com uma sobrinha do camarada Macedo Vieira, ele também camarada do camarada PSD de Vila do Conde, eis que tomámos conhecimento de que a Maratona do BTT do passado fim-de-semana foi também entregue à mesma empresa, a School Eventos, que pode consultar AQUI.
Cada participante, dos cerca de 1 500, pagou 25 Euros, o que dá para ter uma ideia perfeita de quanto a empresa da família do Presidente da Câmara arrecadou apenas num fim-de-semana, ou seja, cerca de 37 500 Euros limpos.
E dizemos limpos, porque a organização ainda teve o total apoio da Câmara, que para isso colocou a Polícia Municipal ao dispor do evento, forneceu t-shirts com o logótipo da autarquia, para além de toda a logística necessária.
E agora pergunto:
Onde está a oposição poveira para questionar o executivo sobre estes sinais evidentes de compadrio?
O camarada Macedo Vieira e o camarada PSD de Aires Pereira não venham com a desculpa que não sabiam de nada.
Eles estavam lá.
Veja o leitor.

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

está aí o catitinha!


Quem?

O Catitinha Magala. Num sabes quem é?

Eu não. Sei lá quem é o catitinha!

É aquele gaijo que é amigo do Armindoutor.

Num estou a ver Rambo.

Pois não. Ele num está aqui. Ele é o que está envolvido, juntamente com o Armindoutor, nas escutas telefónicas dentro da Câmara.

Escutas telefónicas? Num me digas.

É o que tele digo. Nunca ouviste um zumbido nas chamadas?

Já ouvi qualquer coisa.

Prontos Magala. São eles. Eu desconfio que é o catitinha que passa informação prós gaijos do povoaonline.

Filhos da mãedre!

Manda entrar o gaijo Rambo.

Vê lá. Num te abras muito com ele.

Achas que eu sou pessoa pra me abrir? Fosda-se!

Entra catitinha.

Bom dia Magala. Bom dia Rambo.

Oh Rambo! Este é o Tinho.

É o Tinho porque apareceu agora. Tás bom Tinho?

Que se passa? Parece que estais todos borrados de medo.

Borrada está a tua prima.

Num era nesse sentido Magala.

Calma Tinho. Temos aqui um problema de espiões dentro da Câmara.


TRIIM TRIIM

Calma. Num te assustes Magala. Atende o telefone cum calma. Ninguém te bate.

Alô!

Zé? É o Tone.

Que Zé pá?

Atão num é o Zé da Cambra.

Vai chamar Zé da Cambra ao teu tio pá.

Desculpa lá Zé. Num tive em conta os teus longos anos de serviço militar.

Ai és tu Tone. Onde estás? Está a ser julgado na Praça pública como o Garrafão de Vinho?

Num brinques cum coisas sérias.

Antão Tone? Que tens feito?

Eh pá estou aqui em Caminha, sentado na minha secretária a jogar Tetris à espera que a Presidente venha. Já estou chateado de tanto esperar.

Nunca te chateies. Joga às damas.

Às damas? Sozinho?

Não. Acompanhado. Eh eh eh!

Vou abrir o correio que trouxe de casa. Que faltinha me faz o corta-papel que me deste em ouro.

Vá. Abre isso calado.

Ora Tribunal da Relação do Porto.

Rambo. Sssshhhh! Uma carta pró Tone da Relação.

Da Relação? Ai Jesus. Deus me livre. O que será?

O que será Tone?

Espera. Estou a abrir. Ora… te te te lá lá lá pe pe pe. Cá está: arguidos: Rambo e Tone.

Rambo. Arguidos: Rambo e Tone.

Deus me livre. Sou eu. O que diz a carta Magala?

Tone. Lê em voz alta.

Em voz alta não Magala. Ainda está o catitinha e o Armindoutor à escuta.

Tone lê em voz baixa. Fosda-se!

Cá está. FOMOS ABSOLVIDOS!

Fomos absolvidos Rambo.

Tu também foste Magala?

Não. Foste só tu.

Tu num foste?

Nem tinha de ser ora o carago!

Antão? Sempre fostes absolvidos Tone.

Fomos pá. Diz assim: A absolvição dos arguidos poderia ser a posição mais correcta, em termos políticos.

Isso num diz nada Tone.

Calma. Calma Magala. Deixa-me ler o resto: Por isso e sem mais, decide o Tribunal manter a decisão proferida em Primeira Instância.

Rambo. Manteve a decisão proferida em Primeira Instância.

Isso que quer dizer Magala?

Que quer dizer isso Tone?

Quer dizer que fomos abs… …Ai que me enganei.

Enganou-se Rambo.

Esse gaijo num diz coisa cum coisa, Magala.

Magala. Fomos condenados.

Fostes condenados Rambo.

E agora? O que dizemos prá imprensa Magala?

Dizeides que fostes condenados na Praça Pública. É o que eu digo sempre. Por isso o Psd Póvoa está em grande forma.

Grande Tinho. Num é Magala?

É Rambo.

Deus me livre!

está aí o catitinha!


Quem?

O Catitinha Magala. Num sabes quem é?

Eu não. Sei lá quem é o catitinha!

É aquele gaijo que é amigo do Armindoutor.

Num estou a ver Rambo.

Pois não. Ele num está aqui. Ele é o que está envolvido, juntamente com o Armindoutor, nas escutas telefónicas dentro da Câmara.

Escutas telefónicas? Num me digas.

É o que tele digo. Nunca ouviste um zumbido nas chamadas?

Já ouvi qualquer coisa.

Prontos Magala. São eles. Eu desconfio que é o catitinha que passa informação prós gaijos do povoaonline.

Filhos da mãedre!

Manda entrar o gaijo Rambo.

Vê lá. Num te abras muito com ele.

Achas que eu sou pessoa pra me abrir? Fosda-se!

Entra catitinha.

Bom dia Magala. Bom dia Rambo.

Oh Rambo! Este é o Tinho.

É o Tinho porque apareceu agora. Tás bom Tinho?

Que se passa? Parece que estais todos borrados de medo.

Borrada está a tua prima.

Num era nesse sentido Magala.

Calma Tinho. Temos aqui um problema de espiões dentro da Câmara.


TRIIM TRIIM

Calma. Num te assustes Magala. Atende o telefone cum calma. Ninguém te bate.

Alô!

Zé? É o Tone.

Que Zé pá?

Atão num é o Zé da Cambra.

Vai chamar Zé da Cambra ao teu tio pá.

Desculpa lá Zé. Num tive em conta os teus longos anos de serviço militar.

Ai és tu Tone. Onde estás? Está a ser julgado na Praça pública como o Garrafão de Vinho?

Num brinques cum coisas sérias.

Antão Tone? Que tens feito?

Eh pá estou aqui em Caminha, sentado na minha secretária a jogar Tetris à espera que a Presidente venha. Já estou chateado de tanto esperar.

Nunca te chateies. Joga às damas.

Às damas? Sozinho?

Não. Acompanhado. Eh eh eh!

Vou abrir o correio que trouxe de casa. Que faltinha me faz o corta-papel que me deste em ouro.

Vá. Abre isso calado.

Ora Tribunal da Relação do Porto.

Rambo. Sssshhhh! Uma carta pró Tone da Relação.

Da Relação? Ai Jesus. Deus me livre. O que será?

O que será Tone?

Espera. Estou a abrir. Ora… te te te lá lá lá pe pe pe. Cá está: arguidos: Rambo e Tone.

Rambo. Arguidos: Rambo e Tone.

Deus me livre. Sou eu. O que diz a carta Magala?

Tone. Lê em voz alta.

Em voz alta não Magala. Ainda está o catitinha e o Armindoutor à escuta.

Tone lê em voz baixa. Fosda-se!

Cá está. FOMOS ABSOLVIDOS!

Fomos absolvidos Rambo.

Tu também foste Magala?

Não. Foste só tu.

Tu num foste?

Nem tinha de ser ora o carago!

Antão? Sempre fostes absolvidos Tone.

Fomos pá. Diz assim: A absolvição dos arguidos poderia ser a posição mais correcta, em termos políticos.

Isso num diz nada Tone.

Calma. Calma Magala. Deixa-me ler o resto: Por isso e sem mais, decide o Tribunal manter a decisão proferida em Primeira Instância.

Rambo. Manteve a decisão proferida em Primeira Instância.

Isso que quer dizer Magala?

Que quer dizer isso Tone?

Quer dizer que fomos abs… …Ai que me enganei.

Enganou-se Rambo.

Esse gaijo num diz coisa cum coisa, Magala.

Magala. Fomos condenados.

Fostes condenados Rambo.

E agora? O que dizemos prá imprensa Magala?

Dizeides que fostes condenados na Praça Pública. É o que eu digo sempre. Por isso o Psd Póvoa está em grande forma.

Grande Tinho. Num é Magala?

É Rambo.

Deus me livre!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

reunião de câmara


Dia 19 de Outubro de 2007, o executivo da Câmara Municipal reúne para mais uma sessão ordinária.

Na agenda apenas coisas triviais, uns subsídios ali, umas aprovações acolá, uns deferimentos além.

Tudo dentro da normalidade.

O camarada Macedo Vieira, funcionário público reformado com residência profissional na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, até nem se incomodou com o barulho da moto serra que ceifava mais uma árvore na Praça do Almada.

Pelos vistos até havia instruções para que isso acontecesse, nesse preciso momento, de forma a impedir que os vereadores socialistas percebessem alguma coisa do que se estava a passar na reunião, já de si combinada entre a facção laranja.

O camarada Macedo Vieira, funcionário público reformado com residência profissional na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, estava feliz: a reunião corria bem, nenhum contratempo, nenhuma discussão com Garcia.

Até que disse:

Bem meus amigos! Está na hora de terminar a coisa, porque eu num faço disto modo de vida! Disse ele.

De repente o vereador do PS pede a palavra.

O camarada Macedo Vieira concede, um tanto ou quanto contrariado.

Faxavor pá! Disse ele com ar de despeito.

Sr. Presidente!

Quem é o Presidente?

É o senhor.

Ai sou. Ai que bom! Poreiro.

Sr. Presidente! Temos aqui três propostas para apresentar.De imediato chama o camarada PSD de Aires Pereira, também com residência profissional na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, mas esteve não estava, porque tinha chegado cansado do BTT, onde havia conseguido um honroso 44º lugar numa bicicleta de cerca de 1 200 contos.

Camarada Afonso dá-me aqui uma ajudinha, se num fazes o favor.

Paperlepepe, nunca falha camarada funcionário Macedo.Ora diz lá rápido quais são as propostas pá?A primeira é que gostávamos que fosse criado um “cartão do idoso” que proporcionasse à população várias regalias a nível comercial, municipal e atendimento público.

O camarada Macedo Vieira fica confuso, e começa a sussurrar com o camarada Afonso:Bzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbz!

Camarada Afonso: Bzbzbzbzbzbz, paperlapepe. Isso é passar um atestado de pobreza aos idosos.

Bzbzbzbz. Boa ideia. Como é que te foste lembrar dessa ideia?

Aí o camarada Afonso mostrou-lhe uma lâmpada que acendia e apagava, conforme ele pensava.

Oh pá. Isso é um atestado de pobreza aos velhotes. Que mais tens aí? Vociferou o camarada Macedo, funcionário reformado da Câmara.

Temos aqui uma segunda proposta que diz respeito aos acabamentos da Av. 25 de Abril, onde são precisos passeios para peões e ciclistas.

Qual 25 de Abril? O de 1974 ou o de 2007?

Qualquer um.

Camarada Afonso bzbzbzbzbzbzbz.Bzbzbzbzbzbzbzbz, paperlapepe, eles que arranjem o dinheiro para os acabamentos.

Oh pá vós deveis pensar que a Câmara nada em dinheiro ou o carago. Isto num é assim. Pra fazer obra ali tínhamos de cortar acolá e o dinheiro num estica. Que mais tendes?

Temos aqui uma proposta de reaproveitamento dos óleos alimentares usados, com vista à produção de biodiesel que seria utilizado na frota automóvel da Câmara Municipal.

Aí o camarada Macedo Vieira ia desmaiando. Como? Nunca ouvi falar disso. Estais tolos!Camarada Afonso, bzbzbzbzbzbzbz.Paperlapepe, bzbzbzbzbzbzbz, a Lipor já tem esse projecto e à larga escala, podes dizer.

Eh eh eh! Num percebeis nada de nada. Oh pá, a Lipor de que sou Presidente já tem esse projecto em carteira e à larga escala. Num dizeis nada de novo.

Se já tinha isso previsto porque não comunicou à imprensa antes da nossa proposta? Perguntou o vereador socialista.

Antão já num tinha comunicado pá. Está ali o Miguel Pintado do Póvoa à Semana que é testemunha do que estou a dizer.

Oh Pintado avisei-te ou num te avisei que já tínhamos isso na Lipor. Disse ele enquanto esfregava o polegar no indicador, em sinal de dinheiro.

Pintado, que estava a dormir, acordou de repente e disse: avisou o quê chefe?

Disso do Biodiesel?

Avisou sim senhora, disse Pintado sem perceber nada e enquanto abria a boca.

E assim tivemos a manchete do falido Póvoa Semanário, a distorcer a realidade da sessão de Câmara, como pode ler AQUI.

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a Capital do Ciclismo isto é o que se chama um jornalista com pedalada.









reunião de câmara


Dia 19 de Outubro de 2007, o executivo da Câmara Municipal reúne para mais uma sessão ordinária.

Na agenda apenas coisas triviais, uns subsídios ali, umas aprovações acolá, uns deferimentos além.

Tudo dentro da normalidade.

O camarada Macedo Vieira, funcionário público reformado com residência profissional na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, até nem se incomodou com o barulho da moto serra que ceifava mais uma árvore na Praça do Almada.

Pelos vistos até havia instruções para que isso acontecesse, nesse preciso momento, de forma a impedir que os vereadores socialistas percebessem alguma coisa do que se estava a passar na reunião, já de si combinada entre a facção laranja.

O camarada Macedo Vieira, funcionário público reformado com residência profissional na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, estava feliz: a reunião corria bem, nenhum contratempo, nenhuma discussão com Garcia.

Até que disse:

Bem meus amigos! Está na hora de terminar a coisa, porque eu num faço disto modo de vida! Disse ele.

De repente o vereador do PS pede a palavra.

O camarada Macedo Vieira concede, um tanto ou quanto contrariado.

Faxavor pá! Disse ele com ar de despeito.

Sr. Presidente!

Quem é o Presidente?

É o senhor.

Ai sou. Ai que bom! Poreiro.

Sr. Presidente! Temos aqui três propostas para apresentar.De imediato chama o camarada PSD de Aires Pereira, também com residência profissional na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, mas esteve não estava, porque tinha chegado cansado do BTT, onde havia conseguido um honroso 44º lugar numa bicicleta de cerca de 1 200 contos.

Camarada Afonso dá-me aqui uma ajudinha, se num fazes o favor.

Paperlepepe, nunca falha camarada funcionário Macedo.Ora diz lá rápido quais são as propostas pá?A primeira é que gostávamos que fosse criado um “cartão do idoso” que proporcionasse à população várias regalias a nível comercial, municipal e atendimento público.

O camarada Macedo Vieira fica confuso, e começa a sussurrar com o camarada Afonso:Bzbzbzbzbzbzbzbzbzbzbz!

Camarada Afonso: Bzbzbzbzbzbz, paperlapepe. Isso é passar um atestado de pobreza aos idosos.

Bzbzbzbz. Boa ideia. Como é que te foste lembrar dessa ideia?

Aí o camarada Afonso mostrou-lhe uma lâmpada que acendia e apagava, conforme ele pensava.

Oh pá. Isso é um atestado de pobreza aos velhotes. Que mais tens aí? Vociferou o camarada Macedo, funcionário reformado da Câmara.

Temos aqui uma segunda proposta que diz respeito aos acabamentos da Av. 25 de Abril, onde são precisos passeios para peões e ciclistas.

Qual 25 de Abril? O de 1974 ou o de 2007?

Qualquer um.

Camarada Afonso bzbzbzbzbzbzbz.Bzbzbzbzbzbzbzbz, paperlapepe, eles que arranjem o dinheiro para os acabamentos.

Oh pá vós deveis pensar que a Câmara nada em dinheiro ou o carago. Isto num é assim. Pra fazer obra ali tínhamos de cortar acolá e o dinheiro num estica. Que mais tendes?

Temos aqui uma proposta de reaproveitamento dos óleos alimentares usados, com vista à produção de biodiesel que seria utilizado na frota automóvel da Câmara Municipal.

Aí o camarada Macedo Vieira ia desmaiando. Como? Nunca ouvi falar disso. Estais tolos!Camarada Afonso, bzbzbzbzbzbzbz.Paperlapepe, bzbzbzbzbzbzbz, a Lipor já tem esse projecto e à larga escala, podes dizer.

Eh eh eh! Num percebeis nada de nada. Oh pá, a Lipor de que sou Presidente já tem esse projecto em carteira e à larga escala. Num dizeis nada de novo.

Se já tinha isso previsto porque não comunicou à imprensa antes da nossa proposta? Perguntou o vereador socialista.

Antão já num tinha comunicado pá. Está ali o Miguel Pintado do Póvoa à Semana que é testemunha do que estou a dizer.

Oh Pintado avisei-te ou num te avisei que já tínhamos isso na Lipor. Disse ele enquanto esfregava o polegar no indicador, em sinal de dinheiro.

Pintado, que estava a dormir, acordou de repente e disse: avisou o quê chefe?

Disso do Biodiesel?

Avisou sim senhora, disse Pintado sem perceber nada e enquanto abria a boca.

E assim tivemos a manchete do falido Póvoa Semanário, a distorcer a realidade da sessão de Câmara, como pode ler AQUI.

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a Capital do Ciclismo isto é o que se chama um jornalista com pedalada.









quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

investigadores precisam-se!


Como é possível um tipo fazer 20 anos de poder autárquico, demonstrando evidentes e escandalosos sinais exteriores de riqueza que passam por uma Quinta de luxo em Ponte de Lima, um apartamento no edifício sito em frente ao hipermercado Modelo e outro no empreendimento da Cecominsa?

E estes são os que temos confirmação, porque outros poderão existir.

Para além de informações que nos chegaram sobre um novo esquema que ainda iremos investigar.

Como é que um tipo destes, repito, é escolhido para a Direcção nacional de um partido que reivindica o poder em 2009, destronando o actual socialista?

Será que em Portugal só se investiga tráfico de droga ou casos mediáticos?

Onde está a concretização, no terreno, da investigação sobre corrupção em Portugal, que Cavaco Silva publicitou no seu discurso de tomada de posse como Presidente da República há cerca de um ano?

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a capital do ciclismo precisamos de investigadores com pedalada.






investigadores precisam-se!


Como é possível um tipo fazer 20 anos de poder autárquico, demonstrando evidentes e escandalosos sinais exteriores de riqueza que passam por uma Quinta de luxo em Ponte de Lima, um apartamento no edifício sito em frente ao hipermercado Modelo e outro no empreendimento da Cecominsa?

E estes são os que temos confirmação, porque outros poderão existir.

Para além de informações que nos chegaram sobre um novo esquema que ainda iremos investigar.

Como é que um tipo destes, repito, é escolhido para a Direcção nacional de um partido que reivindica o poder em 2009, destronando o actual socialista?

Será que em Portugal só se investiga tráfico de droga ou casos mediáticos?

Onde está a concretização, no terreno, da investigação sobre corrupção em Portugal, que Cavaco Silva publicitou no seu discurso de tomada de posse como Presidente da República há cerca de um ano?

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a capital do ciclismo precisamos de investigadores com pedalada.






quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

golpe de teatro em plenas correntes d'escritas


Já todos os poveiros estão conscientes da grave situação financeira em que se encontra esse “monstro sem cabeça” que se chama Varzim Lazer.

A Varzim Lazer, no fundo, é apenas um retrato da situação financeira da Câmara Municipal que, como todos sabemos, está no limite da falência.

E não venham com o argumento dos “grandes investimentos em infra-estruturas” e “obras emblemáticas e do século”, deste e do outro, porque a Câmara Municipal não tem investido um único cêntimo.

Só para dar dois exemplos:

A Av. Mouzinho está a ser construída com dinheiro do empreiteiro, o qual espera ser reembolsado com o tarifário de estacionamento a ser cobrado no túnel.

Na realidade, quem vai pagar a obra é você que está a ler este texto.

A reestruturação da Praça do Almada foi toda ela comparticipada pelo desgraçado do Fundo de Turismo que anda a dar dinheiro dos contribuintes para obras supérfluas.

Mas voltando à Varzim Lazer, temos que aceitar que “já se nota o dedo do camarada Afonso Oliveira”, tido por todos, principalmente pela Várcia Mara, como um vereador afável, seja lá o que isso for.

E não é que o camarada Afonso fez o impensável, tal qual o camarada Macedo Vieira no seu primeiro mandato quando fez o arranjo da marginal:

Entregou a gestão da Academia de Ténis a uma empresa privada, pelo prazo de um ano para ver se corre bem, ou como disse o camarada Macedo: “este contrato é um insaio”.

Com esta atitude poveiros que lá trabalhavam há muitos anos foram remetidos para o desemprego. Para quê?

Para entregar três dos cinco courts de ténis a essa empresa que irá cobrar o triplo do que se pagava antes.

Mas o mais caricato é que foi organizado um torneio de ténis.

Quem esteve por trás desse torneio?

Um familiar do camarada Macedo Vieira, ele também camarada do camarada PSD de Vila do Conde, um tal Pedro Soares.

Porém, aqui temos de estar do lado do camarada Macedo Vieira.

Não é ele que tem o pelouro do desporto e, como tal, não tinha conhecimento da organização desse torneio, porque se soubesse nunca teria permitido, ele que é contra o nepotismo. Leia AQUI.

Veja como colocámos a foto de apresentação AQUI.


E repare na foto de apresentação do torneio. Ele nem estava lá! O homem não sabia de nada.


O mesmo se passou no caso do camarada Tone.

O camarada Macedo Vieira estava no Rio de Janeiro quando o camarada Tone deu as cinco faltas injustificadas.

Quando foram todos a julgamento, do qual resultou a condenação do camarada Tone e do camarada PSD de Aires Pereira, o camarada Macedo Vieira nem foi denunciado, porque toda a gente acreditou que ele não sabia de nada.

O leitor acredita?

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a capital do teatro, isto é o que se chama um golpe de teatro.







golpe de teatro em plenas correntes d'escritas


Já todos os poveiros estão conscientes da grave situação financeira em que se encontra esse “monstro sem cabeça” que se chama Varzim Lazer.

A Varzim Lazer, no fundo, é apenas um retrato da situação financeira da Câmara Municipal que, como todos sabemos, está no limite da falência.

E não venham com o argumento dos “grandes investimentos em infra-estruturas” e “obras emblemáticas e do século”, deste e do outro, porque a Câmara Municipal não tem investido um único cêntimo.

Só para dar dois exemplos:

A Av. Mouzinho está a ser construída com dinheiro do empreiteiro, o qual espera ser reembolsado com o tarifário de estacionamento a ser cobrado no túnel.

Na realidade, quem vai pagar a obra é você que está a ler este texto.

A reestruturação da Praça do Almada foi toda ela comparticipada pelo desgraçado do Fundo de Turismo que anda a dar dinheiro dos contribuintes para obras supérfluas.

Mas voltando à Varzim Lazer, temos que aceitar que “já se nota o dedo do camarada Afonso Oliveira”, tido por todos, principalmente pela Várcia Mara, como um vereador afável, seja lá o que isso for.

E não é que o camarada Afonso fez o impensável, tal qual o camarada Macedo Vieira no seu primeiro mandato quando fez o arranjo da marginal:

Entregou a gestão da Academia de Ténis a uma empresa privada, pelo prazo de um ano para ver se corre bem, ou como disse o camarada Macedo: “este contrato é um insaio”.

Com esta atitude poveiros que lá trabalhavam há muitos anos foram remetidos para o desemprego. Para quê?

Para entregar três dos cinco courts de ténis a essa empresa que irá cobrar o triplo do que se pagava antes.

Mas o mais caricato é que foi organizado um torneio de ténis.

Quem esteve por trás desse torneio?

Um familiar do camarada Macedo Vieira, ele também camarada do camarada PSD de Vila do Conde, um tal Pedro Soares.

Porém, aqui temos de estar do lado do camarada Macedo Vieira.

Não é ele que tem o pelouro do desporto e, como tal, não tinha conhecimento da organização desse torneio, porque se soubesse nunca teria permitido, ele que é contra o nepotismo. Leia AQUI.

Veja como colocámos a foto de apresentação AQUI.


E repare na foto de apresentação do torneio. Ele nem estava lá! O homem não sabia de nada.


O mesmo se passou no caso do camarada Tone.

O camarada Macedo Vieira estava no Rio de Janeiro quando o camarada Tone deu as cinco faltas injustificadas.

Quando foram todos a julgamento, do qual resultou a condenação do camarada Tone e do camarada PSD de Aires Pereira, o camarada Macedo Vieira nem foi denunciado, porque toda a gente acreditou que ele não sabia de nada.

O leitor acredita?

Na semana em que a Póvoa de Varzim é a capital do teatro, isto é o que se chama um golpe de teatro.







terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

câmara da póvoa de varzim falida


Ele já o disse publicamente: O próximo Presidente da Câmara vai ter de se dedicar às pessoas.

As verdadeiras razões para a existência desta sublime frase são escondidas aos poveiros.

Recuemos no tempo.

Quando em 1994 Macedo Vieira assumiu a Presidência da Câmara da Póvoa de Varzim, existiam nos cofres da autarquia 3 milhões de contos, cerca de 15 milhões de euros.

Dinheiro herdado da gestão inócua de Manuel Vaz, o qual só pensava em receber prendas e, por via disso, colocava de lado a concretização dos projectos pendentes na autarquia.

Veja-se o caso da Via B que o Macedo se gabava de ser obra dele, mas já se encontrava projectada há 25 anos, como aqui foi denunciado e acabou por o reconhecer publicamente, como era sua obrigação, aliás.

Com estes 3 milhões de contos Macedo e companhia trataram de projectar uma “mega gastadeira”.

Fizeram o arranjo da marginal e, com o que sobrou, toca a viajar, de preferência para o Rio de Janeiro e São Paulo, bem como para Toronto, onde conheceu Tony Vieira, para mal dos seus pecados.

Depois do dinheiro gasto veio o endividamento.

Progressivo e contínuo.

Lembrem-se dos gastos sumptuosos na Varzim Lazer, com automóvel para o Tone, cartão de crédito, telemóvel, gasolina, tudo à custa do erário público. Ainda por cima aproveitava a "gota" para ir trabalhar para Caminha, em regime de avença.
Ele e Aires acabariam por ser condenados pelo crime de abuso de poder, mas se um foi obrigado por lei a ir embora (o Tone) o outro não teve coragem para pedir a demissão, como lhe competia (Aires), se fosse um político sério.

Depois vinham as senhas de presença que Macedo não prescindia de receber, mesmo sabendo que não comparecia às reuniões e, por via disso, não tinha direito ao seu valor.

Veja-se o Relatório do Tribunal de Contas sobre as empresas municipais, em particular a Varzim Lazer, onde se pode ler “preto no branco” que não existem comprovativos de que as "senhas de presença" correspondessem efectivamente a reuniões entre os administradores.

E realmente é de perguntar:

A que título é que o Macedo haveria de estar numa reunião se era o Tone que tratava de tudo, levando o bolo já pronto para ele dar a trincada, ou seja, assinar em branco?

Face ao desleixo e negligência da administração acabou por surgir, de forma natural, a alteração das actas pelo Tone, em proveito próprio e de terceiros da sua confiança, como foi o caso da entrada da sobrinha.

A acrescentar a isto veio a atribuição indiscriminada de verbas a associações governadas por gente que, com o pretexto de servir um "interesse público", mais não faziam do enriquecer pessoalmente.Veja-se o caso do Tone Pereira, do Fé Neca, do Pinto da Costa do Bairro Sul, etc, etc.

Até o Xou di Bola se meteu lá para Belém.

Neste momento a Câmara da Póvoa de Varzim deve 14 milhões de contos e não tem meios para liquidar uma quantia que é escandalosa, a todos os títulos. Que o digam os diversos fornecedores que se encontram há longos meses a arder. Nem o cheiro do dinheiro sentem.

Por este motivo é que eles estão a dar de caução a cidade, obrigando as famílias poveiras a suportar os seus “comportamentos desviantes”, em termos financeiros, é claro.

Depois vem a política baixa:

Com as obras da Avenida Mouzinho pretende-se passar a mensagem que a autarquia não gasta um cêntimo.

A empresa construtora assumiria, supostamente, todo o financiamento.

Mais as lamúrias de Aires de que a autarquia estaria a fazer um grande esforço financeiro.Esforço esse que se estenderia à Monte Adriano que, coitada, havia conseguido adiantar a obra em 3 meses.

Desenganem-se poveiros!

Quem vai pagar essa obra somos todos nós, através da cobrança de estacionamento, quer no Parque subterrâneo, quer no exterior.

Ou o leitor pensa que a empresa, ligada ao PSD, que já comprou a concessão à Monte Adriano vai permitir estacionamentos arbitrários em qualquer lado da cidade?

A perseguição ao automobilista vai ser incansável.

Todos vão ser obrigados a enfiar o carro no Parque subterrâneo.










câmara da póvoa de varzim falida


Ele já o disse publicamente: O próximo Presidente da Câmara vai ter de se dedicar às pessoas.

As verdadeiras razões para a existência desta sublime frase são escondidas aos poveiros.

Recuemos no tempo.

Quando em 1994 Macedo Vieira assumiu a Presidência da Câmara da Póvoa de Varzim, existiam nos cofres da autarquia 3 milhões de contos, cerca de 15 milhões de euros.

Dinheiro herdado da gestão inócua de Manuel Vaz, o qual só pensava em receber prendas e, por via disso, colocava de lado a concretização dos projectos pendentes na autarquia.

Veja-se o caso da Via B que o Macedo se gabava de ser obra dele, mas já se encontrava projectada há 25 anos, como aqui foi denunciado e acabou por o reconhecer publicamente, como era sua obrigação, aliás.

Com estes 3 milhões de contos Macedo e companhia trataram de projectar uma “mega gastadeira”.

Fizeram o arranjo da marginal e, com o que sobrou, toca a viajar, de preferência para o Rio de Janeiro e São Paulo, bem como para Toronto, onde conheceu Tony Vieira, para mal dos seus pecados.

Depois do dinheiro gasto veio o endividamento.

Progressivo e contínuo.

Lembrem-se dos gastos sumptuosos na Varzim Lazer, com automóvel para o Tone, cartão de crédito, telemóvel, gasolina, tudo à custa do erário público. Ainda por cima aproveitava a "gota" para ir trabalhar para Caminha, em regime de avença.
Ele e Aires acabariam por ser condenados pelo crime de abuso de poder, mas se um foi obrigado por lei a ir embora (o Tone) o outro não teve coragem para pedir a demissão, como lhe competia (Aires), se fosse um político sério.

Depois vinham as senhas de presença que Macedo não prescindia de receber, mesmo sabendo que não comparecia às reuniões e, por via disso, não tinha direito ao seu valor.

Veja-se o Relatório do Tribunal de Contas sobre as empresas municipais, em particular a Varzim Lazer, onde se pode ler “preto no branco” que não existem comprovativos de que as "senhas de presença" correspondessem efectivamente a reuniões entre os administradores.

E realmente é de perguntar:

A que título é que o Macedo haveria de estar numa reunião se era o Tone que tratava de tudo, levando o bolo já pronto para ele dar a trincada, ou seja, assinar em branco?

Face ao desleixo e negligência da administração acabou por surgir, de forma natural, a alteração das actas pelo Tone, em proveito próprio e de terceiros da sua confiança, como foi o caso da entrada da sobrinha.

A acrescentar a isto veio a atribuição indiscriminada de verbas a associações governadas por gente que, com o pretexto de servir um "interesse público", mais não faziam do enriquecer pessoalmente.Veja-se o caso do Tone Pereira, do Fé Neca, do Pinto da Costa do Bairro Sul, etc, etc.

Até o Xou di Bola se meteu lá para Belém.

Neste momento a Câmara da Póvoa de Varzim deve 14 milhões de contos e não tem meios para liquidar uma quantia que é escandalosa, a todos os títulos. Que o digam os diversos fornecedores que se encontram há longos meses a arder. Nem o cheiro do dinheiro sentem.

Por este motivo é que eles estão a dar de caução a cidade, obrigando as famílias poveiras a suportar os seus “comportamentos desviantes”, em termos financeiros, é claro.

Depois vem a política baixa:

Com as obras da Avenida Mouzinho pretende-se passar a mensagem que a autarquia não gasta um cêntimo.

A empresa construtora assumiria, supostamente, todo o financiamento.

Mais as lamúrias de Aires de que a autarquia estaria a fazer um grande esforço financeiro.Esforço esse que se estenderia à Monte Adriano que, coitada, havia conseguido adiantar a obra em 3 meses.

Desenganem-se poveiros!

Quem vai pagar essa obra somos todos nós, através da cobrança de estacionamento, quer no Parque subterrâneo, quer no exterior.

Ou o leitor pensa que a empresa, ligada ao PSD, que já comprou a concessão à Monte Adriano vai permitir estacionamentos arbitrários em qualquer lado da cidade?

A perseguição ao automobilista vai ser incansável.

Todos vão ser obrigados a enfiar o carro no Parque subterrâneo.










segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

imprensa local fraca


Os resultados da recente sondagem realizada pela Rádio Onda Viva deveriam deixar o Dr. Macedo Vieira e seus pares bastante preocupados.

Ao contrário da maioria dos poveiros, nós temos outra leitura desses números publicados por dois jornais locais, o que pode constituir uma tentativa concertada de assassinar politicamente o Dr. Macedo Vieira.

Repare-se, desde logo, nas empresas que estão por trás da sondagem: A Rádio Onda Viva que nutre um sentimento de indiferença para com o trabalho do Presidente da Câmara, e a DOMP um empresa de sondagens que já nas eleições de 2005 havia induzido em erro Macedo Vieira, quando em outra publicada antes das eleições não atribuía qualquer vereador ao PS.

Depois foi o que se viu. O PS elegeu 3 e com os votos do Bloco de Esquerda, em número de meia dúzia de centenas, elegeria um quarto vereador, o que criaria uma crise sem precedentes na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

Em nossa opinião, esta sondagem tem essa finalidade:

Desmoralizar politicamente o Dr. Macedo Vieira, homem que tem para este mandato a concretização das grandes obras deste século e do outro, como todos já reconheceram.

Mas esta sondagem não surge por acaso.Vem numa altura em que já se notam alguma querelas entre os quadros do PSD.

É certo, por exemplo, que Aires Pereira não tem perfil, nem traquejo técnico para algum dia vir a ser Presidente da Câmara. Ele tem consciência disso, mais ainda após a sua condenação em crime de abuso de poder.

Neste sentido necessita de encontrar urgentemente um nome consensual entre os poveiros, uma figura de prestígio, com perfil, que goze da simpatia da maioria.

Não vai ser tarefa fácil.

Por outro lado, Macedo Vieira quer abandonar o cargo até porque se avizinha a construção do novo hospital, local onde ele pretende acabar os seus dias.

No entanto, é sua intenção encontrar um sucessor da sua confiança para garantir aquele desiderato.

É aqui que Aires Pereira e Macedo Vieira entram em rota de colisão.

Ora esta sondagem visa tirar o tapete a Macedo Vieira, com o conluio do Comércio da Póvoa, do Director do Voz da Póvoa, Artur Queiroz, e do Póvoa Semanário.

Vejamos como:

Se o leitor analisar os números das eleições autárquicas de 2005, o que pode fazer AQUI, verificará o seguinte:

No concelho da Póvoa de Varzim existem cerca de 52 244 eleitores inscritos.

Desses, 40%, cerca de 21 000 eleitores, não votou, ou seja, nem sequer compareceu no acto eleitoral.

21 000 poveiros não votaram em 2005.

Dos que votaram, quase 9 000 votos foram para o PS.

Estes são os dados que interessam a Macedo Vieira e que nós estamos aqui para o ajudar a compreender.

Analisemos agora os resultados da sondagem publicada há dias.

Verifica-se que 51% dos poveiros, ou seja cerca de 26 644, não sabe em quem votar, não respondeu à sondagem ou simplesmente não votaria.

Isto é muito grave e alguém deve ser responsabilizado.

Significa, antes de mais, que as obras emblemáticas do quarto mandato de Macedo Vieira e o melhor, segundo o próprio, como a Via B, a Obra da Avenida Mouzinho, a Praça do Almada, o Parque da Cidade, o saneamento e o Garrett, não estão a ter o impacto desejado entre a população, ou seja, os poveiros estão a reagir com grande indiferença à figura e ao trabalho de Macedo Vieira.

Como é isto possível, quando todos sabemos que a cidade está esventrada de lés a lés, que as promessas de criação de emprego se multiplicam, que a água do mar será a mais limpa do norte de Portugal, que as ruas não terão lixo?

Estamos desconfiados de querem fazer a cama ao Dr. Macedo Vieira.

Forças ocultas e insuspeitas trabalham nesse sentido.

Dr. Macedo Vieira, dirigimo-nos ao senhor:

Cuidado com as companhias!

Estamos convictos de que a imprensa está manobrada para queimar a figura do Dr. Macedo Vieira, de forma a o empurrar do lugar que ocupa.

Só desta forma se pode entender esta sondagem que revela que o trabalho que está a ser feito não está a chegar à população, isto é, os poveiros não sabem que existem todas as obras acima referidas.

É tempo de encontrar culpados para esta situação. Eles existem.

Resumem-se à imprensa local que não tem sabido dar eco à mensagem do Dr. Macedo Vieira, quer porque estão todos do lado de Aires Pereira, quer porque não têm qualidade suficiente para interpretar as ideias e os projectos do Presidente da Câmara.

Analisemos os jornais um a um:

Diga-se, desde já, que é um erro de palmatória ter procedido criminalmente contra o Arquitecto Silva Garcia, com julgamento marcado para 25 de Setembro de 2007, no Tribunal da Póvoa. São queixosos nesse processo Macedo Vieira e Aires Pereira.

O processo não tem “ponta por onde se lhe pegue”. Não existe matéria criminal.

Silva Garcia vai ser absolvido e vai ser aclamado pelo povo como um herói.

Para além disso, vai captar as atenções da imprensa nacional de referência, jornais, rádios e televisões de todo o país irão acompanhar o desenrolar do julgamento.

Alguém aconselhou mal o Dr. Macedo Vieira, ou pretendeu enganá-lo.

Por outro lado, vejam-se as constantes referências que Artur Queiroz faz a Silva Garcia, no Voz da Póvoa.

Essa conduta só lhe dá a visibilidade pública que ele nunca havia conseguido antes, tornando-o num mártir às mãos de um estalinista vendido ao capital, que veste colarinho branco por baixo da farda comunista.

Nem tudo, porém, corre mal a Macedo Vieira.

Sabendo que Marques Mendes, seu candidato à liderança do PSD (leia AQUI), se encontrava neste último Domingo na Madeira, Macedo Vieira recusou comparecer à visita que Luis Filipe Menezes fez à Póvoa, estando consciente de que se agisse de outra forma poderia ser apelidado de Alberto João Jardim da Póvoa de Varzim.

Já Aires Pereira não teve qualquer problema em ser fotografado ao lado do Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, o que denota que, também neste aspecto (eleições para a liderança do PSD), Aires e Macedo não se entendem.

Depois temos o Póvoa Semanário que só tem espaço para Lopes de Castro, esquecendo-se de veicular as notícias que dizem respeito à Câmara Municipal e ao seu Presidente, Dr. Macedo Vieira.

Mesmo quando o faz, é de uma forma desgarrada e algo desinteressada, o que inculca no leitor a ideia de que tudo o que a Câmara promove é de pouco ou nenhum interesse.

Por fim, o Comércio da Póvoa, que sendo um jornal que ainda alberga alguns “vieiristas”, alinhou agora com a Rádio Onda Viva que, como se sabe, tem à sua frente ex-PSD’s inimigos “figadais” de Macedo Vieira.

É esta imprensa local fraca a principal responsável pelos números avançados na sondagem.

Disso não temos qualquer dúvida.

Por tudo isto Dr Macedo Vieira, acreditamos que há uma conspiração contra o senhor.





imprensa local fraca


Os resultados da recente sondagem realizada pela Rádio Onda Viva deveriam deixar o Dr. Macedo Vieira e seus pares bastante preocupados.

Ao contrário da maioria dos poveiros, nós temos outra leitura desses números publicados por dois jornais locais, o que pode constituir uma tentativa concertada de assassinar politicamente o Dr. Macedo Vieira.

Repare-se, desde logo, nas empresas que estão por trás da sondagem: A Rádio Onda Viva que nutre um sentimento de indiferença para com o trabalho do Presidente da Câmara, e a DOMP um empresa de sondagens que já nas eleições de 2005 havia induzido em erro Macedo Vieira, quando em outra publicada antes das eleições não atribuía qualquer vereador ao PS.

Depois foi o que se viu. O PS elegeu 3 e com os votos do Bloco de Esquerda, em número de meia dúzia de centenas, elegeria um quarto vereador, o que criaria uma crise sem precedentes na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

Em nossa opinião, esta sondagem tem essa finalidade:

Desmoralizar politicamente o Dr. Macedo Vieira, homem que tem para este mandato a concretização das grandes obras deste século e do outro, como todos já reconheceram.

Mas esta sondagem não surge por acaso.Vem numa altura em que já se notam alguma querelas entre os quadros do PSD.

É certo, por exemplo, que Aires Pereira não tem perfil, nem traquejo técnico para algum dia vir a ser Presidente da Câmara. Ele tem consciência disso, mais ainda após a sua condenação em crime de abuso de poder.

Neste sentido necessita de encontrar urgentemente um nome consensual entre os poveiros, uma figura de prestígio, com perfil, que goze da simpatia da maioria.

Não vai ser tarefa fácil.

Por outro lado, Macedo Vieira quer abandonar o cargo até porque se avizinha a construção do novo hospital, local onde ele pretende acabar os seus dias.

No entanto, é sua intenção encontrar um sucessor da sua confiança para garantir aquele desiderato.

É aqui que Aires Pereira e Macedo Vieira entram em rota de colisão.

Ora esta sondagem visa tirar o tapete a Macedo Vieira, com o conluio do Comércio da Póvoa, do Director do Voz da Póvoa, Artur Queiroz, e do Póvoa Semanário.

Vejamos como:

Se o leitor analisar os números das eleições autárquicas de 2005, o que pode fazer AQUI, verificará o seguinte:

No concelho da Póvoa de Varzim existem cerca de 52 244 eleitores inscritos.

Desses, 40%, cerca de 21 000 eleitores, não votou, ou seja, nem sequer compareceu no acto eleitoral.

21 000 poveiros não votaram em 2005.

Dos que votaram, quase 9 000 votos foram para o PS.

Estes são os dados que interessam a Macedo Vieira e que nós estamos aqui para o ajudar a compreender.

Analisemos agora os resultados da sondagem publicada há dias.

Verifica-se que 51% dos poveiros, ou seja cerca de 26 644, não sabe em quem votar, não respondeu à sondagem ou simplesmente não votaria.

Isto é muito grave e alguém deve ser responsabilizado.

Significa, antes de mais, que as obras emblemáticas do quarto mandato de Macedo Vieira e o melhor, segundo o próprio, como a Via B, a Obra da Avenida Mouzinho, a Praça do Almada, o Parque da Cidade, o saneamento e o Garrett, não estão a ter o impacto desejado entre a população, ou seja, os poveiros estão a reagir com grande indiferença à figura e ao trabalho de Macedo Vieira.

Como é isto possível, quando todos sabemos que a cidade está esventrada de lés a lés, que as promessas de criação de emprego se multiplicam, que a água do mar será a mais limpa do norte de Portugal, que as ruas não terão lixo?

Estamos desconfiados de querem fazer a cama ao Dr. Macedo Vieira.

Forças ocultas e insuspeitas trabalham nesse sentido.

Dr. Macedo Vieira, dirigimo-nos ao senhor:

Cuidado com as companhias!

Estamos convictos de que a imprensa está manobrada para queimar a figura do Dr. Macedo Vieira, de forma a o empurrar do lugar que ocupa.

Só desta forma se pode entender esta sondagem que revela que o trabalho que está a ser feito não está a chegar à população, isto é, os poveiros não sabem que existem todas as obras acima referidas.

É tempo de encontrar culpados para esta situação. Eles existem.

Resumem-se à imprensa local que não tem sabido dar eco à mensagem do Dr. Macedo Vieira, quer porque estão todos do lado de Aires Pereira, quer porque não têm qualidade suficiente para interpretar as ideias e os projectos do Presidente da Câmara.

Analisemos os jornais um a um:

Diga-se, desde já, que é um erro de palmatória ter procedido criminalmente contra o Arquitecto Silva Garcia, com julgamento marcado para 25 de Setembro de 2007, no Tribunal da Póvoa. São queixosos nesse processo Macedo Vieira e Aires Pereira.

O processo não tem “ponta por onde se lhe pegue”. Não existe matéria criminal.

Silva Garcia vai ser absolvido e vai ser aclamado pelo povo como um herói.

Para além disso, vai captar as atenções da imprensa nacional de referência, jornais, rádios e televisões de todo o país irão acompanhar o desenrolar do julgamento.

Alguém aconselhou mal o Dr. Macedo Vieira, ou pretendeu enganá-lo.

Por outro lado, vejam-se as constantes referências que Artur Queiroz faz a Silva Garcia, no Voz da Póvoa.

Essa conduta só lhe dá a visibilidade pública que ele nunca havia conseguido antes, tornando-o num mártir às mãos de um estalinista vendido ao capital, que veste colarinho branco por baixo da farda comunista.

Nem tudo, porém, corre mal a Macedo Vieira.

Sabendo que Marques Mendes, seu candidato à liderança do PSD (leia AQUI), se encontrava neste último Domingo na Madeira, Macedo Vieira recusou comparecer à visita que Luis Filipe Menezes fez à Póvoa, estando consciente de que se agisse de outra forma poderia ser apelidado de Alberto João Jardim da Póvoa de Varzim.

Já Aires Pereira não teve qualquer problema em ser fotografado ao lado do Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, o que denota que, também neste aspecto (eleições para a liderança do PSD), Aires e Macedo não se entendem.

Depois temos o Póvoa Semanário que só tem espaço para Lopes de Castro, esquecendo-se de veicular as notícias que dizem respeito à Câmara Municipal e ao seu Presidente, Dr. Macedo Vieira.

Mesmo quando o faz, é de uma forma desgarrada e algo desinteressada, o que inculca no leitor a ideia de que tudo o que a Câmara promove é de pouco ou nenhum interesse.

Por fim, o Comércio da Póvoa, que sendo um jornal que ainda alberga alguns “vieiristas”, alinhou agora com a Rádio Onda Viva que, como se sabe, tem à sua frente ex-PSD’s inimigos “figadais” de Macedo Vieira.

É esta imprensa local fraca a principal responsável pelos números avançados na sondagem.

Disso não temos qualquer dúvida.

Por tudo isto Dr Macedo Vieira, acreditamos que há uma conspiração contra o senhor.





imprensa local fraca


Os resultados da recente sondagem realizada pela Rádio Onda Viva deveriam deixar o Dr. Macedo Vieira e seus pares bastante preocupados.

Ao contrário da maioria dos poveiros, nós temos outra leitura desses números publicados por dois jornais locais, o que pode constituir uma tentativa concertada de assassinar politicamente o Dr. Macedo Vieira.

Repare-se, desde logo, nas empresas que estão por trás da sondagem: A Rádio Onda Viva que nutre um sentimento de indiferença para com o trabalho do Presidente da Câmara, e a DOMP um empresa de sondagens que já nas eleições de 2005 havia induzido em erro Macedo Vieira, quando em outra publicada antes das eleições não atribuía qualquer vereador ao PS.

Depois foi o que se viu. O PS elegeu 3 e com os votos do Bloco de Esquerda, em número de meia dúzia de centenas, elegeria um quarto vereador, o que criaria uma crise sem precedentes na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

Em nossa opinião, esta sondagem tem essa finalidade:

Desmoralizar politicamente o Dr. Macedo Vieira, homem que tem para este mandato a concretização das grandes obras deste século e do outro, como todos já reconheceram.

Mas esta sondagem não surge por acaso.Vem numa altura em que já se notam alguma querelas entre os quadros do PSD.

É certo, por exemplo, que Aires Pereira não tem perfil, nem traquejo técnico para algum dia vir a ser Presidente da Câmara. Ele tem consciência disso, mais ainda após a sua condenação em crime de abuso de poder.

Neste sentido necessita de encontrar urgentemente um nome consensual entre os poveiros, uma figura de prestígio, com perfil, que goze da simpatia da maioria.

Não vai ser tarefa fácil.

Por outro lado, Macedo Vieira quer abandonar o cargo até porque se avizinha a construção do novo hospital, local onde ele pretende acabar os seus dias.

No entanto, é sua intenção encontrar um sucessor da sua confiança para garantir aquele desiderato.

É aqui que Aires Pereira e Macedo Vieira entram em rota de colisão.

Ora esta sondagem visa tirar o tapete a Macedo Vieira, com o conluio do Comércio da Póvoa, do Director do Voz da Póvoa, Artur Queiroz, e do Póvoa Semanário.

Vejamos como:

Se o leitor analisar os números das eleições autárquicas de 2005, o que pode fazer AQUI, verificará o seguinte:

No concelho da Póvoa de Varzim existem cerca de 52 244 eleitores inscritos.

Desses, 40%, cerca de 21 000 eleitores, não votou, ou seja, nem sequer compareceu no acto eleitoral.

21 000 poveiros não votaram em 2005.

Dos que votaram, quase 9 000 votos foram para o PS.

Estes são os dados que interessam a Macedo Vieira e que nós estamos aqui para o ajudar a compreender.

Analisemos agora os resultados da sondagem publicada há dias.

Verifica-se que 51% dos poveiros, ou seja cerca de 26 644, não sabe em quem votar, não respondeu à sondagem ou simplesmente não votaria.

Isto é muito grave e alguém deve ser responsabilizado.

Significa, antes de mais, que as obras emblemáticas do quarto mandato de Macedo Vieira e o melhor, segundo o próprio, como a Via B, a Obra da Avenida Mouzinho, a Praça do Almada, o Parque da Cidade, o saneamento e o Garrett, não estão a ter o impacto desejado entre a população, ou seja, os poveiros estão a reagir com grande indiferença à figura e ao trabalho de Macedo Vieira.

Como é isto possível, quando todos sabemos que a cidade está esventrada de lés a lés, que as promessas de criação de emprego se multiplicam, que a água do mar será a mais limpa do norte de Portugal, que as ruas não terão lixo?

Estamos desconfiados de querem fazer a cama ao Dr. Macedo Vieira.

Forças ocultas e insuspeitas trabalham nesse sentido.

Dr. Macedo Vieira, dirigimo-nos ao senhor:

Cuidado com as companhias!

Estamos convictos de que a imprensa está manobrada para queimar a figura do Dr. Macedo Vieira, de forma a o empurrar do lugar que ocupa.

Só desta forma se pode entender esta sondagem que revela que o trabalho que está a ser feito não está a chegar à população, isto é, os poveiros não sabem que existem todas as obras acima referidas.

É tempo de encontrar culpados para esta situação. Eles existem.

Resumem-se à imprensa local que não tem sabido dar eco à mensagem do Dr. Macedo Vieira, quer porque estão todos do lado de Aires Pereira, quer porque não têm qualidade suficiente para interpretar as ideias e os projectos do Presidente da Câmara.

Analisemos os jornais um a um:

Diga-se, desde já, que é um erro de palmatória ter procedido criminalmente contra o Arquitecto Silva Garcia, com julgamento marcado para 25 de Setembro de 2007, no Tribunal da Póvoa. São queixosos nesse processo Macedo Vieira e Aires Pereira.

O processo não tem “ponta por onde se lhe pegue”. Não existe matéria criminal.

Silva Garcia vai ser absolvido e vai ser aclamado pelo povo como um herói.

Para além disso, vai captar as atenções da imprensa nacional de referência, jornais, rádios e televisões de todo o país irão acompanhar o desenrolar do julgamento.

Alguém aconselhou mal o Dr. Macedo Vieira, ou pretendeu enganá-lo.

Por outro lado, vejam-se as constantes referências que Artur Queiroz faz a Silva Garcia, no Voz da Póvoa.

Essa conduta só lhe dá a visibilidade pública que ele nunca havia conseguido antes, tornando-o num mártir às mãos de um estalinista vendido ao capital, que veste colarinho branco por baixo da farda comunista.

Nem tudo, porém, corre mal a Macedo Vieira.

Sabendo que Marques Mendes, seu candidato à liderança do PSD (leia AQUI), se encontrava neste último Domingo na Madeira, Macedo Vieira recusou comparecer à visita que Luis Filipe Menezes fez à Póvoa, estando consciente de que se agisse de outra forma poderia ser apelidado de Alberto João Jardim da Póvoa de Varzim.

Já Aires Pereira não teve qualquer problema em ser fotografado ao lado do Presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, o que denota que, também neste aspecto (eleições para a liderança do PSD), Aires e Macedo não se entendem.

Depois temos o Póvoa Semanário que só tem espaço para Lopes de Castro, esquecendo-se de veicular as notícias que dizem respeito à Câmara Municipal e ao seu Presidente, Dr. Macedo Vieira.

Mesmo quando o faz, é de uma forma desgarrada e algo desinteressada, o que inculca no leitor a ideia de que tudo o que a Câmara promove é de pouco ou nenhum interesse.

Por fim, o Comércio da Póvoa, que sendo um jornal que ainda alberga alguns “vieiristas”, alinhou agora com a Rádio Onda Viva que, como se sabe, tem à sua frente ex-PSD’s inimigos “figadais” de Macedo Vieira.

É esta imprensa local fraca a principal responsável pelos números avançados na sondagem.

Disso não temos qualquer dúvida.

Por tudo isto Dr Macedo Vieira, acreditamos que há uma conspiração contra o senhor.





sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

a póvoa de varzim sabe receber


Se no primeiro mandato do Dr. Macedo Vieira a Póvoa de Varzim foi, por todos, considerada a Capital do Turismo, já no segundo foi considerada a Capital do Desporto, no terceiro a Capital do Lazer e neste quarto e último mandato, segundo os seus adversários dentro do PSD, é a Capital dos Eventos.

Este epíteto “Capital dos Eventos” foi criação de Luís Diamantino, vereador com o pelouro da Cultura, caracterizando assim os dois únicos acontecimentos literários que ocorreram em 2007, a saber: A Correntes D’escritas e a Feira do Livro.

Há quem diga que o lançamento do livro do Zé Azevedo marca um novo rumo na criação literária poveira.

Ainda nada podemos adiantar sobre este assunto.

Apenas podemos acrescentar que Zé Azevedo anda numa azáfama a percorrer as livrarias poveiras, pedindo que o livro seja colocado em plano de destaque nas respectivas montras. Já venderam algum? Pergunta ele com aquele ar bem disposto que o caracteriza.

O que alguns poveiros não saberão é que a Câmara tem promovido, ainda que inconscientemente, os eventos com mais sucesso na cidade, mas a que só alguns têm acesso, ou seja, as cenas de pancadaria que têm ocorrido quase diariamente, entre as 7 e as 8 da manhã, no Largo do Passeio Alegre em frente à discoteca Hit, envolvendo jovens menores completamente embriagados, com a PSP assistindo a tudo, impávida e serena.

Para além das cenas de pugilato, têm ocorrido danos nas portas das residências da Av. Mouzinho que culminaram, recentemente, com o espancamento, quase até à morte, do cidadão holandês que normalmente se sentava em frente à Igreja de S. José.

Alerta para o Dr. Macedo Vieira!

Temos indicações de que os seus adversários internos estão a preparar uma campanha para o desmoralizar politicamente.

Se bem se lembra Dr. Macedo Vieira, há cerca de 8 dias o Comandante Carrondo da Capitania avisou que tinha dado à costa um cachalote em estado de decomposição.

No ano passado, por esta altura, também outro cachalote surgiu nas águas.

Logo em seguida, Dr. Macedo Vieira, surgiram as salmonelas com as consequências de que todos têm conhecimento.

Toda a gente queria a sua cabeça, mas quando viram que era parecido com o Saddham Hussein fugiram.

Agora repare nas águas do mar no auge da sua carreira autárquica, pelos anos de 1997-1998, com essa moça linda a passear nos areais, e atente na foto que o Sr. Celestino, banhista de Guimarães, nos enviou no Domingo.

Dr. Macedo Vieira: a água parece coca-cola amigo. Está negra!

Não temos dúvidas de que o Instituto da Água vai interditar as praias, com o conluio de Aires Pereira e Luís Diamantino. A semana passada já estiveram apenas aceitáveis, como podem ver AQUI.

As culpas irão ser lançadas para cima do senhor.

Telefone já ao André Jordan para atribuir mais um prémio à Póvoa de Varzim.

Prepare entrevistas às rádios e jornais locais para dizer que a ETAR de Apúlia está avariada e que as salmonelas são de Esposende.

Diga também que o Luís Filipe Menezes quer vingança por não lhe ter dado apoio à candidatura no PSD nacional e, como tal, desligou a ETAR de Vila Nova de Gaia, desaguando na Póvoa todas as salmonelas daquela cidade, devido às nortadas de Verão.

Rápido. Salve a sua cabeça.










a póvoa de varzim sabe receber


Se no primeiro mandato do Dr. Macedo Vieira a Póvoa de Varzim foi, por todos, considerada a Capital do Turismo, já no segundo foi considerada a Capital do Desporto, no terceiro a Capital do Lazer e neste quarto e último mandato, segundo os seus adversários dentro do PSD, é a Capital dos Eventos.

Este epíteto “Capital dos Eventos” foi criação de Luís Diamantino, vereador com o pelouro da Cultura, caracterizando assim os dois únicos acontecimentos literários que ocorreram em 2007, a saber: A Correntes D’escritas e a Feira do Livro.

Há quem diga que o lançamento do livro do Zé Azevedo marca um novo rumo na criação literária poveira.

Ainda nada podemos adiantar sobre este assunto.

Apenas podemos acrescentar que Zé Azevedo anda numa azáfama a percorrer as livrarias poveiras, pedindo que o livro seja colocado em plano de destaque nas respectivas montras. Já venderam algum? Pergunta ele com aquele ar bem disposto que o caracteriza.

O que alguns poveiros não saberão é que a Câmara tem promovido, ainda que inconscientemente, os eventos com mais sucesso na cidade, mas a que só alguns têm acesso, ou seja, as cenas de pancadaria que têm ocorrido quase diariamente, entre as 7 e as 8 da manhã, no Largo do Passeio Alegre em frente à discoteca Hit, envolvendo jovens menores completamente embriagados, com a PSP assistindo a tudo, impávida e serena.

Para além das cenas de pugilato, têm ocorrido danos nas portas das residências da Av. Mouzinho que culminaram, recentemente, com o espancamento, quase até à morte, do cidadão holandês que normalmente se sentava em frente à Igreja de S. José.

Alerta para o Dr. Macedo Vieira!

Temos indicações de que os seus adversários internos estão a preparar uma campanha para o desmoralizar politicamente.

Se bem se lembra Dr. Macedo Vieira, há cerca de 8 dias o Comandante Carrondo da Capitania avisou que tinha dado à costa um cachalote em estado de decomposição.

No ano passado, por esta altura, também outro cachalote surgiu nas águas.

Logo em seguida, Dr. Macedo Vieira, surgiram as salmonelas com as consequências de que todos têm conhecimento.

Toda a gente queria a sua cabeça, mas quando viram que era parecido com o Saddham Hussein fugiram.

Agora repare nas águas do mar no auge da sua carreira autárquica, pelos anos de 1997-1998, com essa moça linda a passear nos areais, e atente na foto que o Sr. Celestino, banhista de Guimarães, nos enviou no Domingo.

Dr. Macedo Vieira: a água parece coca-cola amigo. Está negra!

Não temos dúvidas de que o Instituto da Água vai interditar as praias, com o conluio de Aires Pereira e Luís Diamantino. A semana passada já estiveram apenas aceitáveis, como podem ver AQUI.

As culpas irão ser lançadas para cima do senhor.

Telefone já ao André Jordan para atribuir mais um prémio à Póvoa de Varzim.

Prepare entrevistas às rádios e jornais locais para dizer que a ETAR de Apúlia está avariada e que as salmonelas são de Esposende.

Diga também que o Luís Filipe Menezes quer vingança por não lhe ter dado apoio à candidatura no PSD nacional e, como tal, desligou a ETAR de Vila Nova de Gaia, desaguando na Póvoa todas as salmonelas daquela cidade, devido às nortadas de Verão.

Rápido. Salve a sua cabeça.