quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

alerta laranja


Eu é que gosto do anúncio do “Alerta Laranja”.

É um sinal de vitalidade do partido, da Câmara, de mim próprio numa demonstração clara de pujança... ...

O SENHOR MENTIU-NOS!

Quem disse isso?

Rambo: Ninguém falou Magala.

Devo estar com alucinações. Tenho que consultar o Neves de Sousa.


Caros poveiros!

É com renovado prazer que o PSD Póvoa volta ao contacto com os seus amigos e camaradas de partido... ...

Rambo: Camaradas são comunistas Magala.

Pois é. São resquícios do tempo em que eu era do MRPP ao lado do Durão Barroso.

Vamos então explicar "tim por tim" todos os acontecimentos das últimas semanas, sem esquecer o resto.

Capítulo I

“GANHEI TODAS AS MESAS DE VOTO”

Rambo: Mas olha que é melhor devolvê-las porque podem vir a fazer falta.

Ganhei as mesas de voto, mas em votos, seu morcão, não as mesas.

Bom. Nós é que ganhámos a Câmara e os outros não se convencem disso. Fui sufragado pelo povo que me deu a maioria absoluta e, portanto, eu é que sei, porque eu é fui votado. Mainada!


Capítulo II


“TEMOS GRANDES PROJECTOS PARA A PÓVOA”


O Arquitecto Garcia... ...

Segurai-me que eu mato-o pá.

Rambo: Calma Falcão, calma. Perdes as estribeiras com muita facilidade.

Menino vê lá se te acalmas ou ainda comprometes tudo. Andas a falar demais.

Falcão: O gaijo meteu-se com o nome da minha família, pá.

Rambo: Calma. O teu apartamento há-de chegar. Num te preocupes.

Como estava a dizer, o Arquitecto Garcia ainda num percebeu que perdeu as eleições e eu ganhei e agora quer mandar onde num manda, porque quem manda sou eu que ganhei as eleições.

Achas que ficou bem esta frase Rambo?

Rambo: Pergunta ao Tinho Trica Espinhas que ele é da cultura.

Tinho: Alguém me chamou. Está tudo a portar mal, já vi.

Vai portar a A28, meu.

Rambo: Mas diz lá quais são as grandes obras?

BANHOS QUENTES

Poveiros! Vamos ter banhos quentes.

Rambo: Isso é do Em Agonia.

Mas é uma iniciativa da Câmara, num é?

Rambo: Acho que não.

Dizemos que sim.

Rambo: O quê? Para passarmos a vergonha que passámos por causa do Comércio Ao Ar Livre?

Isso foi culpa do "vereador disponível" que aparece sem ninguém o convidar.


Capítulo III

OBRAS DA AVENIDA – O MISTÉRIO

EH! EH! EH!

Num há mistério nenhum. Este título foi só para criar mistério.

Tínhamos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto que dizia que a Câmara tinha razão.

A FDO resolveu avançar para o Tribunal. Eu disse-lhes: Avançai, avançai meus meninos que logo ides pagar a fava. O que tendes pra construir, o que tendes?

Eles nada. Nem responderam.

Vieram depois com a providência divina.

Rambo: Providência cautelar.

Sim cautelar. Aí tivemos que nos mexer.

Tentámos abafar o caso, mas os terroristas puseram a coisa a nu.

Era a minha ruína como político do PSD que sou, um género de independente para as horas vagas.

Reunimos de emergência, após uns banhos na Lagoa das salmonelas, e um de lexívia para acautelar eventual desarranjo intestinal, que a minha Aidinha tinha preparado em casa.

Virei-me para o nosso advogado secreto e disse-lhe:

X. Vais ter com os gaijos da FDO e só dizes:

Quereis os vossos processozinhos a andar prá frente? Quereis?

Se eles disserem que sim, atão dizes-lhes: Toca a tirar a providência cautelar rapidinho.

Rambo: E se eles disserem que não?

Eu fujo pró Brasil e vou ter com a Fátima de Felgueiras. E tu?

Rambo: Fujo pra Ponte de Lima.

Isso é muito perto.

Bom. Poveiros: Certo é que resultou. As obrazinhas estão todas a bom ritmo, o povo está feliz, o tempo de sol tem ajudado. É assim que eu gosto da vida. Tudo sereno, tudo em paz, tudo sossegado.

VOCÊ MENTIU!

Oh raio lá está a voz do outro. Donde virá isto Rambo?

Rambo: Deve ser eco.

Prontos poveiros. Estamos satisfeitos com a vida.

Esperamos que os nossos queridos conterrâneos não se esqueçam de nós e nos acompanhem nas horas decisivas. Nós cá estamos para retribuir a quem nos ajuda, como sempre.

Senhor Presidente. Está aí o Presidente da Associação de chineses para saber como fica a questão do Mercado Municipal.

Diz-lhe para num se preocupar que está tudo controlado.

Até à próxima poveiros e... ...

ALERTA LARANJA!

EH! EH! EH!

alerta laranja


Eu é que gosto do anúncio do “Alerta Laranja”.

É um sinal de vitalidade do partido, da Câmara, de mim próprio numa demonstração clara de pujança... ...

O SENHOR MENTIU-NOS!

Quem disse isso?

Rambo: Ninguém falou Magala.

Devo estar com alucinações. Tenho que consultar o Neves de Sousa.


Caros poveiros!

É com renovado prazer que o PSD Póvoa volta ao contacto com os seus amigos e camaradas de partido... ...

Rambo: Camaradas são comunistas Magala.

Pois é. São resquícios do tempo em que eu era do MRPP ao lado do Durão Barroso.

Vamos então explicar "tim por tim" todos os acontecimentos das últimas semanas, sem esquecer o resto.

Capítulo I

“GANHEI TODAS AS MESAS DE VOTO”

Rambo: Mas olha que é melhor devolvê-las porque podem vir a fazer falta.

Ganhei as mesas de voto, mas em votos, seu morcão, não as mesas.

Bom. Nós é que ganhámos a Câmara e os outros não se convencem disso. Fui sufragado pelo povo que me deu a maioria absoluta e, portanto, eu é que sei, porque eu é fui votado. Mainada!


Capítulo II


“TEMOS GRANDES PROJECTOS PARA A PÓVOA”


O Arquitecto Garcia... ...

Segurai-me que eu mato-o pá.

Rambo: Calma Falcão, calma. Perdes as estribeiras com muita facilidade.

Menino vê lá se te acalmas ou ainda comprometes tudo. Andas a falar demais.

Falcão: O gaijo meteu-se com o nome da minha família, pá.

Rambo: Calma. O teu apartamento há-de chegar. Num te preocupes.

Como estava a dizer, o Arquitecto Garcia ainda num percebeu que perdeu as eleições e eu ganhei e agora quer mandar onde num manda, porque quem manda sou eu que ganhei as eleições.

Achas que ficou bem esta frase Rambo?

Rambo: Pergunta ao Tinho Trica Espinhas que ele é da cultura.

Tinho: Alguém me chamou. Está tudo a portar mal, já vi.

Vai portar a A28, meu.

Rambo: Mas diz lá quais são as grandes obras?

BANHOS QUENTES

Poveiros! Vamos ter banhos quentes.

Rambo: Isso é do Em Agonia.

Mas é uma iniciativa da Câmara, num é?

Rambo: Acho que não.

Dizemos que sim.

Rambo: O quê? Para passarmos a vergonha que passámos por causa do Comércio Ao Ar Livre?

Isso foi culpa do "vereador disponível" que aparece sem ninguém o convidar.


Capítulo III

OBRAS DA AVENIDA – O MISTÉRIO

EH! EH! EH!

Num há mistério nenhum. Este título foi só para criar mistério.

Tínhamos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto que dizia que a Câmara tinha razão.

A FDO resolveu avançar para o Tribunal. Eu disse-lhes: Avançai, avançai meus meninos que logo ides pagar a fava. O que tendes pra construir, o que tendes?

Eles nada. Nem responderam.

Vieram depois com a providência divina.

Rambo: Providência cautelar.

Sim cautelar. Aí tivemos que nos mexer.

Tentámos abafar o caso, mas os terroristas puseram a coisa a nu.

Era a minha ruína como político do PSD que sou, um género de independente para as horas vagas.

Reunimos de emergência, após uns banhos na Lagoa das salmonelas, e um de lexívia para acautelar eventual desarranjo intestinal, que a minha Aidinha tinha preparado em casa.

Virei-me para o nosso advogado secreto e disse-lhe:

X. Vais ter com os gaijos da FDO e só dizes:

Quereis os vossos processozinhos a andar prá frente? Quereis?

Se eles disserem que sim, atão dizes-lhes: Toca a tirar a providência cautelar rapidinho.

Rambo: E se eles disserem que não?

Eu fujo pró Brasil e vou ter com a Fátima de Felgueiras. E tu?

Rambo: Fujo pra Ponte de Lima.

Isso é muito perto.

Bom. Poveiros: Certo é que resultou. As obrazinhas estão todas a bom ritmo, o povo está feliz, o tempo de sol tem ajudado. É assim que eu gosto da vida. Tudo sereno, tudo em paz, tudo sossegado.

VOCÊ MENTIU!

Oh raio lá está a voz do outro. Donde virá isto Rambo?

Rambo: Deve ser eco.

Prontos poveiros. Estamos satisfeitos com a vida.

Esperamos que os nossos queridos conterrâneos não se esqueçam de nós e nos acompanhem nas horas decisivas. Nós cá estamos para retribuir a quem nos ajuda, como sempre.

Senhor Presidente. Está aí o Presidente da Associação de chineses para saber como fica a questão do Mercado Municipal.

Diz-lhe para num se preocupar que está tudo controlado.

Até à próxima poveiros e... ...

ALERTA LARANJA!

EH! EH! EH!

alerta laranja


Eu é que gosto do anúncio do “Alerta Laranja”.

É um sinal de vitalidade do partido, da Câmara, de mim próprio numa demonstração clara de pujança... ...

O SENHOR MENTIU-NOS!

Quem disse isso?

Rambo: Ninguém falou Magala.

Devo estar com alucinações. Tenho que consultar o Neves de Sousa.


Caros poveiros!

É com renovado prazer que o PSD Póvoa volta ao contacto com os seus amigos e camaradas de partido... ...

Rambo: Camaradas são comunistas Magala.

Pois é. São resquícios do tempo em que eu era do MRPP ao lado do Durão Barroso.

Vamos então explicar "tim por tim" todos os acontecimentos das últimas semanas, sem esquecer o resto.

Capítulo I

“GANHEI TODAS AS MESAS DE VOTO”

Rambo: Mas olha que é melhor devolvê-las porque podem vir a fazer falta.

Ganhei as mesas de voto, mas em votos, seu morcão, não as mesas.

Bom. Nós é que ganhámos a Câmara e os outros não se convencem disso. Fui sufragado pelo povo que me deu a maioria absoluta e, portanto, eu é que sei, porque eu é fui votado. Mainada!


Capítulo II


“TEMOS GRANDES PROJECTOS PARA A PÓVOA”


O Arquitecto Garcia... ...

Segurai-me que eu mato-o pá.

Rambo: Calma Falcão, calma. Perdes as estribeiras com muita facilidade.

Menino vê lá se te acalmas ou ainda comprometes tudo. Andas a falar demais.

Falcão: O gaijo meteu-se com o nome da minha família, pá.

Rambo: Calma. O teu apartamento há-de chegar. Num te preocupes.

Como estava a dizer, o Arquitecto Garcia ainda num percebeu que perdeu as eleições e eu ganhei e agora quer mandar onde num manda, porque quem manda sou eu que ganhei as eleições.

Achas que ficou bem esta frase Rambo?

Rambo: Pergunta ao Tinho Trica Espinhas que ele é da cultura.

Tinho: Alguém me chamou. Está tudo a portar mal, já vi.

Vai portar a A28, meu.

Rambo: Mas diz lá quais são as grandes obras?

BANHOS QUENTES

Poveiros! Vamos ter banhos quentes.

Rambo: Isso é do Em Agonia.

Mas é uma iniciativa da Câmara, num é?

Rambo: Acho que não.

Dizemos que sim.

Rambo: O quê? Para passarmos a vergonha que passámos por causa do Comércio Ao Ar Livre?

Isso foi culpa do "vereador disponível" que aparece sem ninguém o convidar.


Capítulo III

OBRAS DA AVENIDA – O MISTÉRIO

EH! EH! EH!

Num há mistério nenhum. Este título foi só para criar mistério.

Tínhamos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto que dizia que a Câmara tinha razão.

A FDO resolveu avançar para o Tribunal. Eu disse-lhes: Avançai, avançai meus meninos que logo ides pagar a fava. O que tendes pra construir, o que tendes?

Eles nada. Nem responderam.

Vieram depois com a providência divina.

Rambo: Providência cautelar.

Sim cautelar. Aí tivemos que nos mexer.

Tentámos abafar o caso, mas os terroristas puseram a coisa a nu.

Era a minha ruína como político do PSD que sou, um género de independente para as horas vagas.

Reunimos de emergência, após uns banhos na Lagoa das salmonelas, e um de lexívia para acautelar eventual desarranjo intestinal, que a minha Aidinha tinha preparado em casa.

Virei-me para o nosso advogado secreto e disse-lhe:

X. Vais ter com os gaijos da FDO e só dizes:

Quereis os vossos processozinhos a andar prá frente? Quereis?

Se eles disserem que sim, atão dizes-lhes: Toca a tirar a providência cautelar rapidinho.

Rambo: E se eles disserem que não?

Eu fujo pró Brasil e vou ter com a Fátima de Felgueiras. E tu?

Rambo: Fujo pra Ponte de Lima.

Isso é muito perto.

Bom. Poveiros: Certo é que resultou. As obrazinhas estão todas a bom ritmo, o povo está feliz, o tempo de sol tem ajudado. É assim que eu gosto da vida. Tudo sereno, tudo em paz, tudo sossegado.

VOCÊ MENTIU!

Oh raio lá está a voz do outro. Donde virá isto Rambo?

Rambo: Deve ser eco.

Prontos poveiros. Estamos satisfeitos com a vida.

Esperamos que os nossos queridos conterrâneos não se esqueçam de nós e nos acompanhem nas horas decisivas. Nós cá estamos para retribuir a quem nos ajuda, como sempre.

Senhor Presidente. Está aí o Presidente da Associação de chineses para saber como fica a questão do Mercado Municipal.

Diz-lhe para num se preocupar que está tudo controlado.

Até à próxima poveiros e... ...

ALERTA LARANJA!

EH! EH! EH!

alerta laranja


Eu é que gosto do anúncio do “Alerta Laranja”.

É um sinal de vitalidade do partido, da Câmara, de mim próprio numa demonstração clara de pujança... ...

O SENHOR MENTIU-NOS!

Quem disse isso?

Rambo: Ninguém falou Magala.

Devo estar com alucinações. Tenho que consultar o Neves de Sousa.


Caros poveiros!

É com renovado prazer que o PSD Póvoa volta ao contacto com os seus amigos e camaradas de partido... ...

Rambo: Camaradas são comunistas Magala.

Pois é. São resquícios do tempo em que eu era do MRPP ao lado do Durão Barroso.

Vamos então explicar "tim por tim" todos os acontecimentos das últimas semanas, sem esquecer o resto.

Capítulo I

“GANHEI TODAS AS MESAS DE VOTO”

Rambo: Mas olha que é melhor devolvê-las porque podem vir a fazer falta.

Ganhei as mesas de voto, mas em votos, seu morcão, não as mesas.

Bom. Nós é que ganhámos a Câmara e os outros não se convencem disso. Fui sufragado pelo povo que me deu a maioria absoluta e, portanto, eu é que sei, porque eu é fui votado. Mainada!


Capítulo II


“TEMOS GRANDES PROJECTOS PARA A PÓVOA”


O Arquitecto Garcia... ...

Segurai-me que eu mato-o pá.

Rambo: Calma Falcão, calma. Perdes as estribeiras com muita facilidade.

Menino vê lá se te acalmas ou ainda comprometes tudo. Andas a falar demais.

Falcão: O gaijo meteu-se com o nome da minha família, pá.

Rambo: Calma. O teu apartamento há-de chegar. Num te preocupes.

Como estava a dizer, o Arquitecto Garcia ainda num percebeu que perdeu as eleições e eu ganhei e agora quer mandar onde num manda, porque quem manda sou eu que ganhei as eleições.

Achas que ficou bem esta frase Rambo?

Rambo: Pergunta ao Tinho Trica Espinhas que ele é da cultura.

Tinho: Alguém me chamou. Está tudo a portar mal, já vi.

Vai portar a A28, meu.

Rambo: Mas diz lá quais são as grandes obras?

BANHOS QUENTES

Poveiros! Vamos ter banhos quentes.

Rambo: Isso é do Em Agonia.

Mas é uma iniciativa da Câmara, num é?

Rambo: Acho que não.

Dizemos que sim.

Rambo: O quê? Para passarmos a vergonha que passámos por causa do Comércio Ao Ar Livre?

Isso foi culpa do "vereador disponível" que aparece sem ninguém o convidar.


Capítulo III

OBRAS DA AVENIDA – O MISTÉRIO

EH! EH! EH!

Num há mistério nenhum. Este título foi só para criar mistério.

Tínhamos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto que dizia que a Câmara tinha razão.

A FDO resolveu avançar para o Tribunal. Eu disse-lhes: Avançai, avançai meus meninos que logo ides pagar a fava. O que tendes pra construir, o que tendes?

Eles nada. Nem responderam.

Vieram depois com a providência divina.

Rambo: Providência cautelar.

Sim cautelar. Aí tivemos que nos mexer.

Tentámos abafar o caso, mas os terroristas puseram a coisa a nu.

Era a minha ruína como político do PSD que sou, um género de independente para as horas vagas.

Reunimos de emergência, após uns banhos na Lagoa das salmonelas, e um de lexívia para acautelar eventual desarranjo intestinal, que a minha Aidinha tinha preparado em casa.

Virei-me para o nosso advogado secreto e disse-lhe:

X. Vais ter com os gaijos da FDO e só dizes:

Quereis os vossos processozinhos a andar prá frente? Quereis?

Se eles disserem que sim, atão dizes-lhes: Toca a tirar a providência cautelar rapidinho.

Rambo: E se eles disserem que não?

Eu fujo pró Brasil e vou ter com a Fátima de Felgueiras. E tu?

Rambo: Fujo pra Ponte de Lima.

Isso é muito perto.

Bom. Poveiros: Certo é que resultou. As obrazinhas estão todas a bom ritmo, o povo está feliz, o tempo de sol tem ajudado. É assim que eu gosto da vida. Tudo sereno, tudo em paz, tudo sossegado.

VOCÊ MENTIU!

Oh raio lá está a voz do outro. Donde virá isto Rambo?

Rambo: Deve ser eco.

Prontos poveiros. Estamos satisfeitos com a vida.

Esperamos que os nossos queridos conterrâneos não se esqueçam de nós e nos acompanhem nas horas decisivas. Nós cá estamos para retribuir a quem nos ajuda, como sempre.

Senhor Presidente. Está aí o Presidente da Associação de chineses para saber como fica a questão do Mercado Municipal.

Diz-lhe para num se preocupar que está tudo controlado.

Até à próxima poveiros e... ...

ALERTA LARANJA!

EH! EH! EH!

alerta laranja


Eu é que gosto do anúncio do “Alerta Laranja”.

É um sinal de vitalidade do partido, da Câmara, de mim próprio numa demonstração clara de pujança... ...

O SENHOR MENTIU-NOS!

Quem disse isso?

Rambo: Ninguém falou Magala.

Devo estar com alucinações. Tenho que consultar o Neves de Sousa.


Caros poveiros!

É com renovado prazer que o PSD Póvoa volta ao contacto com os seus amigos e camaradas de partido... ...

Rambo: Camaradas são comunistas Magala.

Pois é. São resquícios do tempo em que eu era do MRPP ao lado do Durão Barroso.

Vamos então explicar "tim por tim" todos os acontecimentos das últimas semanas, sem esquecer o resto.

Capítulo I

“GANHEI TODAS AS MESAS DE VOTO”

Rambo: Mas olha que é melhor devolvê-las porque podem vir a fazer falta.

Ganhei as mesas de voto, mas em votos, seu morcão, não as mesas.

Bom. Nós é que ganhámos a Câmara e os outros não se convencem disso. Fui sufragado pelo povo que me deu a maioria absoluta e, portanto, eu é que sei, porque eu é fui votado. Mainada!


Capítulo II


“TEMOS GRANDES PROJECTOS PARA A PÓVOA”


O Arquitecto Garcia... ...

Segurai-me que eu mato-o pá.

Rambo: Calma Falcão, calma. Perdes as estribeiras com muita facilidade.

Menino vê lá se te acalmas ou ainda comprometes tudo. Andas a falar demais.

Falcão: O gaijo meteu-se com o nome da minha família, pá.

Rambo: Calma. O teu apartamento há-de chegar. Num te preocupes.

Como estava a dizer, o Arquitecto Garcia ainda num percebeu que perdeu as eleições e eu ganhei e agora quer mandar onde num manda, porque quem manda sou eu que ganhei as eleições.

Achas que ficou bem esta frase Rambo?

Rambo: Pergunta ao Tinho Trica Espinhas que ele é da cultura.

Tinho: Alguém me chamou. Está tudo a portar mal, já vi.

Vai portar a A28, meu.

Rambo: Mas diz lá quais são as grandes obras?

BANHOS QUENTES

Poveiros! Vamos ter banhos quentes.

Rambo: Isso é do Em Agonia.

Mas é uma iniciativa da Câmara, num é?

Rambo: Acho que não.

Dizemos que sim.

Rambo: O quê? Para passarmos a vergonha que passámos por causa do Comércio Ao Ar Livre?

Isso foi culpa do "vereador disponível" que aparece sem ninguém o convidar.


Capítulo III

OBRAS DA AVENIDA – O MISTÉRIO

EH! EH! EH!

Num há mistério nenhum. Este título foi só para criar mistério.

Tínhamos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto que dizia que a Câmara tinha razão.

A FDO resolveu avançar para o Tribunal. Eu disse-lhes: Avançai, avançai meus meninos que logo ides pagar a fava. O que tendes pra construir, o que tendes?

Eles nada. Nem responderam.

Vieram depois com a providência divina.

Rambo: Providência cautelar.

Sim cautelar. Aí tivemos que nos mexer.

Tentámos abafar o caso, mas os terroristas puseram a coisa a nu.

Era a minha ruína como político do PSD que sou, um género de independente para as horas vagas.

Reunimos de emergência, após uns banhos na Lagoa das salmonelas, e um de lexívia para acautelar eventual desarranjo intestinal, que a minha Aidinha tinha preparado em casa.

Virei-me para o nosso advogado secreto e disse-lhe:

X. Vais ter com os gaijos da FDO e só dizes:

Quereis os vossos processozinhos a andar prá frente? Quereis?

Se eles disserem que sim, atão dizes-lhes: Toca a tirar a providência cautelar rapidinho.

Rambo: E se eles disserem que não?

Eu fujo pró Brasil e vou ter com a Fátima de Felgueiras. E tu?

Rambo: Fujo pra Ponte de Lima.

Isso é muito perto.

Bom. Poveiros: Certo é que resultou. As obrazinhas estão todas a bom ritmo, o povo está feliz, o tempo de sol tem ajudado. É assim que eu gosto da vida. Tudo sereno, tudo em paz, tudo sossegado.

VOCÊ MENTIU!

Oh raio lá está a voz do outro. Donde virá isto Rambo?

Rambo: Deve ser eco.

Prontos poveiros. Estamos satisfeitos com a vida.

Esperamos que os nossos queridos conterrâneos não se esqueçam de nós e nos acompanhem nas horas decisivas. Nós cá estamos para retribuir a quem nos ajuda, como sempre.

Senhor Presidente. Está aí o Presidente da Associação de chineses para saber como fica a questão do Mercado Municipal.

Diz-lhe para num se preocupar que está tudo controlado.

Até à próxima poveiros e... ...

ALERTA LARANJA!

EH! EH! EH!

alerta laranja


Eu é que gosto do anúncio do “Alerta Laranja”.

É um sinal de vitalidade do partido, da Câmara, de mim próprio numa demonstração clara de pujança... ...

O SENHOR MENTIU-NOS!

Quem disse isso?

Rambo: Ninguém falou Magala.

Devo estar com alucinações. Tenho que consultar o Neves de Sousa.


Caros poveiros!

É com renovado prazer que o PSD Póvoa volta ao contacto com os seus amigos e camaradas de partido... ...

Rambo: Camaradas são comunistas Magala.

Pois é. São resquícios do tempo em que eu era do MRPP ao lado do Durão Barroso.

Vamos então explicar "tim por tim" todos os acontecimentos das últimas semanas, sem esquecer o resto.

Capítulo I

“GANHEI TODAS AS MESAS DE VOTO”

Rambo: Mas olha que é melhor devolvê-las porque podem vir a fazer falta.

Ganhei as mesas de voto, mas em votos, seu morcão, não as mesas.

Bom. Nós é que ganhámos a Câmara e os outros não se convencem disso. Fui sufragado pelo povo que me deu a maioria absoluta e, portanto, eu é que sei, porque eu é fui votado. Mainada!


Capítulo II


“TEMOS GRANDES PROJECTOS PARA A PÓVOA”


O Arquitecto Garcia... ...

Segurai-me que eu mato-o pá.

Rambo: Calma Falcão, calma. Perdes as estribeiras com muita facilidade.

Menino vê lá se te acalmas ou ainda comprometes tudo. Andas a falar demais.

Falcão: O gaijo meteu-se com o nome da minha família, pá.

Rambo: Calma. O teu apartamento há-de chegar. Num te preocupes.

Como estava a dizer, o Arquitecto Garcia ainda num percebeu que perdeu as eleições e eu ganhei e agora quer mandar onde num manda, porque quem manda sou eu que ganhei as eleições.

Achas que ficou bem esta frase Rambo?

Rambo: Pergunta ao Tinho Trica Espinhas que ele é da cultura.

Tinho: Alguém me chamou. Está tudo a portar mal, já vi.

Vai portar a A28, meu.

Rambo: Mas diz lá quais são as grandes obras?

BANHOS QUENTES

Poveiros! Vamos ter banhos quentes.

Rambo: Isso é do Em Agonia.

Mas é uma iniciativa da Câmara, num é?

Rambo: Acho que não.

Dizemos que sim.

Rambo: O quê? Para passarmos a vergonha que passámos por causa do Comércio Ao Ar Livre?

Isso foi culpa do "vereador disponível" que aparece sem ninguém o convidar.


Capítulo III

OBRAS DA AVENIDA – O MISTÉRIO

EH! EH! EH!

Num há mistério nenhum. Este título foi só para criar mistério.

Tínhamos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto que dizia que a Câmara tinha razão.

A FDO resolveu avançar para o Tribunal. Eu disse-lhes: Avançai, avançai meus meninos que logo ides pagar a fava. O que tendes pra construir, o que tendes?

Eles nada. Nem responderam.

Vieram depois com a providência divina.

Rambo: Providência cautelar.

Sim cautelar. Aí tivemos que nos mexer.

Tentámos abafar o caso, mas os terroristas puseram a coisa a nu.

Era a minha ruína como político do PSD que sou, um género de independente para as horas vagas.

Reunimos de emergência, após uns banhos na Lagoa das salmonelas, e um de lexívia para acautelar eventual desarranjo intestinal, que a minha Aidinha tinha preparado em casa.

Virei-me para o nosso advogado secreto e disse-lhe:

X. Vais ter com os gaijos da FDO e só dizes:

Quereis os vossos processozinhos a andar prá frente? Quereis?

Se eles disserem que sim, atão dizes-lhes: Toca a tirar a providência cautelar rapidinho.

Rambo: E se eles disserem que não?

Eu fujo pró Brasil e vou ter com a Fátima de Felgueiras. E tu?

Rambo: Fujo pra Ponte de Lima.

Isso é muito perto.

Bom. Poveiros: Certo é que resultou. As obrazinhas estão todas a bom ritmo, o povo está feliz, o tempo de sol tem ajudado. É assim que eu gosto da vida. Tudo sereno, tudo em paz, tudo sossegado.

VOCÊ MENTIU!

Oh raio lá está a voz do outro. Donde virá isto Rambo?

Rambo: Deve ser eco.

Prontos poveiros. Estamos satisfeitos com a vida.

Esperamos que os nossos queridos conterrâneos não se esqueçam de nós e nos acompanhem nas horas decisivas. Nós cá estamos para retribuir a quem nos ajuda, como sempre.

Senhor Presidente. Está aí o Presidente da Associação de chineses para saber como fica a questão do Mercado Municipal.

Diz-lhe para num se preocupar que está tudo controlado.

Até à próxima poveiros e... ...

ALERTA LARANJA!

EH! EH! EH!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

o inverno é laranja



Sentimos que existia uma lacuna na nossa actividade como autarcas.

Sentimos que a página da Câmara Municipal e o mensal Folha Municipal não satisfaziam as nossas ambições como políticos eleitos e sufragados pelo povo.

Somos pessoas com cultura suficiente para entender que o povo precisa de estar informado sobre todas, e aqui digo com veemência, todas as nossas actividades.

Que são muitas, diga-se em abono da verdade.

Vamos começar pelo cine teatro Garrett.

Rambo: Oh Tinho pá! Num fales no Garret, pá. Isso já deu confusão que chegasse. Então eu dou-te este espaço para tu falares do Correntes d’Escritas, meu, e tu vens falar do Garrett?

Dá cá a esferográfica!

Poveiro amigo!

Nós os políticos somos pessoas que só se sentem bem a projectar, a criar, a individualizar, a dar e a receber. Quem nos dá os votos recebe obra feita. E fica satisfeito.

A grande obra em curso é a construção de uma ETAR de terceira geração que vai despoluir de uma vez por todas os mares nunca antes navegados da nossa Póvoa, essa Póvoa eternizada por José Carlos de Vasconcelos no seu livro “Amai a Póvoa Como Amais a Vós Próprios”.

Magala: Oh Rambo pá, num é nada disso que eu queria para esta página, meu. Atão tu pá, com a obra da avenida que tanta canseira me deu, vens falar de Etares e mares e vais Concelos?

Rambo: Oh Magala, achei que era importante prós nossos banhistas que nos visitam em Agosto.

Importante, importante! Importante é a Avenida.

Poveiros!

Estou aqui de coração aberto e a sangrar, quase me sentindo o Fernando Pessoa na cama, era eu médico… …

Rambo: Oh Magala num venhas outra vez com a história das mamas, por favor!

Num venho, num venho.

A obra da Avenida é uma obra estruturante.

Todos os poveiros sabem: sempre fui contra os automóveis no centro da cidade. Quando o Durão Barroso veio com o dia sem automóvel eu já há muito tempo fazia isso. A mim ninguém me dá lições.

Construímos vários Parques de Estacionamento periféricos, para as pessoas guardarem os seus automóveis lá e virem a pé para o centro da cidade, os que forem desportistas, e os que não forem, vêm de autocarro que nós já temos no Verão e agora vamos ter no Inverno.

Mas não quero carros à superfície, porque isto não é como alguns pensam, isto num Milão nem Tóquio, isto é uma cidade de província e é assim que a temos de tratar.

Até me dá vontade de rir. Comparar a Póvoa a Milão ou Tóquio. Eh, eh, eh!

Então quem vier a pé para o centro da cidade ou no autocarro, vai poder guardar o seu automóvel no Parque Subterrâneo da Avenida e, desta forma, temos solução para os problemas dos poveiros que querem ir ao Tribunal, às Finanças, ao Hospital ou ao Mercado. Perceberam?

Rambo: Oh Magala, mas o Mercado já num está destinado.

Com tempo, com tempo, Rambo.

APELO À CALMA:

Poveiros. Já todos vocês sabem que a empresa FDO, que até me faz lembrar outra coisa, pôs uma acção em Tribunal.

Estamos de consciência tranquila, até porque temos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto, que nos garantiu que estávamos no caminho certo.

Tinho: Oh Magala, o jurista é o Jorge Cardoso.

Jorge Cardoso? Nunca ouvi falar desse gaijo.

Rambo: Oh pá, vós sois muito broncos. Ele é Lopes Cardoso e se for como de costume vai levar-nos uma fortuna.

Magala: Aumenta-se a água e a electricidade.

Rambo: É, mas a electricidade num é pra nós.

Magala: Depois vemos.

Prontos poveiros.

Visitem a nossa página sempre que vos der vontade e deixem o vosso comentário ou a vossa queixa que um Gabinete especializado, com uma mulher bonita e inteligente, ocupar-se-á dos vossos problemas.

Para isso é que eu fui cirurgião com 11 valores.

Obrigado.



Magala: Ficou porreiro, num ficou Rambo?

Rambo: Ficou mais ou menos. Que achas Tinho?

Tinho nesta altura chorava compulsivamente, agarrado ao Angélico Salmonela.

o inverno é laranja



Sentimos que existia uma lacuna na nossa actividade como autarcas.

Sentimos que a página da Câmara Municipal e o mensal Folha Municipal não satisfaziam as nossas ambições como políticos eleitos e sufragados pelo povo.

Somos pessoas com cultura suficiente para entender que o povo precisa de estar informado sobre todas, e aqui digo com veemência, todas as nossas actividades.

Que são muitas, diga-se em abono da verdade.

Vamos começar pelo cine teatro Garrett.

Rambo: Oh Tinho pá! Num fales no Garret, pá. Isso já deu confusão que chegasse. Então eu dou-te este espaço para tu falares do Correntes d’Escritas, meu, e tu vens falar do Garrett?

Dá cá a esferográfica!

Poveiro amigo!

Nós os políticos somos pessoas que só se sentem bem a projectar, a criar, a individualizar, a dar e a receber. Quem nos dá os votos recebe obra feita. E fica satisfeito.

A grande obra em curso é a construção de uma ETAR de terceira geração que vai despoluir de uma vez por todas os mares nunca antes navegados da nossa Póvoa, essa Póvoa eternizada por José Carlos de Vasconcelos no seu livro “Amai a Póvoa Como Amais a Vós Próprios”.

Magala: Oh Rambo pá, num é nada disso que eu queria para esta página, meu. Atão tu pá, com a obra da avenida que tanta canseira me deu, vens falar de Etares e mares e vais Concelos?

Rambo: Oh Magala, achei que era importante prós nossos banhistas que nos visitam em Agosto.

Importante, importante! Importante é a Avenida.

Poveiros!

Estou aqui de coração aberto e a sangrar, quase me sentindo o Fernando Pessoa na cama, era eu médico… …

Rambo: Oh Magala num venhas outra vez com a história das mamas, por favor!

Num venho, num venho.

A obra da Avenida é uma obra estruturante.

Todos os poveiros sabem: sempre fui contra os automóveis no centro da cidade. Quando o Durão Barroso veio com o dia sem automóvel eu já há muito tempo fazia isso. A mim ninguém me dá lições.

Construímos vários Parques de Estacionamento periféricos, para as pessoas guardarem os seus automóveis lá e virem a pé para o centro da cidade, os que forem desportistas, e os que não forem, vêm de autocarro que nós já temos no Verão e agora vamos ter no Inverno.

Mas não quero carros à superfície, porque isto não é como alguns pensam, isto num Milão nem Tóquio, isto é uma cidade de província e é assim que a temos de tratar.

Até me dá vontade de rir. Comparar a Póvoa a Milão ou Tóquio. Eh, eh, eh!

Então quem vier a pé para o centro da cidade ou no autocarro, vai poder guardar o seu automóvel no Parque Subterrâneo da Avenida e, desta forma, temos solução para os problemas dos poveiros que querem ir ao Tribunal, às Finanças, ao Hospital ou ao Mercado. Perceberam?

Rambo: Oh Magala, mas o Mercado já num está destinado.

Com tempo, com tempo, Rambo.

APELO À CALMA:

Poveiros. Já todos vocês sabem que a empresa FDO, que até me faz lembrar outra coisa, pôs uma acção em Tribunal.

Estamos de consciência tranquila, até porque temos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto, que nos garantiu que estávamos no caminho certo.

Tinho: Oh Magala, o jurista é o Jorge Cardoso.

Jorge Cardoso? Nunca ouvi falar desse gaijo.

Rambo: Oh pá, vós sois muito broncos. Ele é Lopes Cardoso e se for como de costume vai levar-nos uma fortuna.

Magala: Aumenta-se a água e a electricidade.

Rambo: É, mas a electricidade num é pra nós.

Magala: Depois vemos.

Prontos poveiros.

Visitem a nossa página sempre que vos der vontade e deixem o vosso comentário ou a vossa queixa que um Gabinete especializado, com uma mulher bonita e inteligente, ocupar-se-á dos vossos problemas.

Para isso é que eu fui cirurgião com 11 valores.

Obrigado.



Magala: Ficou porreiro, num ficou Rambo?

Rambo: Ficou mais ou menos. Que achas Tinho?

Tinho nesta altura chorava compulsivamente, agarrado ao Angélico Salmonela.

o inverno é laranja



Sentimos que existia uma lacuna na nossa actividade como autarcas.

Sentimos que a página da Câmara Municipal e o mensal Folha Municipal não satisfaziam as nossas ambições como políticos eleitos e sufragados pelo povo.

Somos pessoas com cultura suficiente para entender que o povo precisa de estar informado sobre todas, e aqui digo com veemência, todas as nossas actividades.

Que são muitas, diga-se em abono da verdade.

Vamos começar pelo cine teatro Garrett.

Rambo: Oh Tinho pá! Num fales no Garret, pá. Isso já deu confusão que chegasse. Então eu dou-te este espaço para tu falares do Correntes d’Escritas, meu, e tu vens falar do Garrett?

Dá cá a esferográfica!

Poveiro amigo!

Nós os políticos somos pessoas que só se sentem bem a projectar, a criar, a individualizar, a dar e a receber. Quem nos dá os votos recebe obra feita. E fica satisfeito.

A grande obra em curso é a construção de uma ETAR de terceira geração que vai despoluir de uma vez por todas os mares nunca antes navegados da nossa Póvoa, essa Póvoa eternizada por José Carlos de Vasconcelos no seu livro “Amai a Póvoa Como Amais a Vós Próprios”.

Magala: Oh Rambo pá, num é nada disso que eu queria para esta página, meu. Atão tu pá, com a obra da avenida que tanta canseira me deu, vens falar de Etares e mares e vais Concelos?

Rambo: Oh Magala, achei que era importante prós nossos banhistas que nos visitam em Agosto.

Importante, importante! Importante é a Avenida.

Poveiros!

Estou aqui de coração aberto e a sangrar, quase me sentindo o Fernando Pessoa na cama, era eu médico… …

Rambo: Oh Magala num venhas outra vez com a história das mamas, por favor!

Num venho, num venho.

A obra da Avenida é uma obra estruturante.

Todos os poveiros sabem: sempre fui contra os automóveis no centro da cidade. Quando o Durão Barroso veio com o dia sem automóvel eu já há muito tempo fazia isso. A mim ninguém me dá lições.

Construímos vários Parques de Estacionamento periféricos, para as pessoas guardarem os seus automóveis lá e virem a pé para o centro da cidade, os que forem desportistas, e os que não forem, vêm de autocarro que nós já temos no Verão e agora vamos ter no Inverno.

Mas não quero carros à superfície, porque isto não é como alguns pensam, isto num Milão nem Tóquio, isto é uma cidade de província e é assim que a temos de tratar.

Até me dá vontade de rir. Comparar a Póvoa a Milão ou Tóquio. Eh, eh, eh!

Então quem vier a pé para o centro da cidade ou no autocarro, vai poder guardar o seu automóvel no Parque Subterrâneo da Avenida e, desta forma, temos solução para os problemas dos poveiros que querem ir ao Tribunal, às Finanças, ao Hospital ou ao Mercado. Perceberam?

Rambo: Oh Magala, mas o Mercado já num está destinado.

Com tempo, com tempo, Rambo.

APELO À CALMA:

Poveiros. Já todos vocês sabem que a empresa FDO, que até me faz lembrar outra coisa, pôs uma acção em Tribunal.

Estamos de consciência tranquila, até porque temos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto, que nos garantiu que estávamos no caminho certo.

Tinho: Oh Magala, o jurista é o Jorge Cardoso.

Jorge Cardoso? Nunca ouvi falar desse gaijo.

Rambo: Oh pá, vós sois muito broncos. Ele é Lopes Cardoso e se for como de costume vai levar-nos uma fortuna.

Magala: Aumenta-se a água e a electricidade.

Rambo: É, mas a electricidade num é pra nós.

Magala: Depois vemos.

Prontos poveiros.

Visitem a nossa página sempre que vos der vontade e deixem o vosso comentário ou a vossa queixa que um Gabinete especializado, com uma mulher bonita e inteligente, ocupar-se-á dos vossos problemas.

Para isso é que eu fui cirurgião com 11 valores.

Obrigado.



Magala: Ficou porreiro, num ficou Rambo?

Rambo: Ficou mais ou menos. Que achas Tinho?

Tinho nesta altura chorava compulsivamente, agarrado ao Angélico Salmonela.

o inverno é laranja



Sentimos que existia uma lacuna na nossa actividade como autarcas.

Sentimos que a página da Câmara Municipal e o mensal Folha Municipal não satisfaziam as nossas ambições como políticos eleitos e sufragados pelo povo.

Somos pessoas com cultura suficiente para entender que o povo precisa de estar informado sobre todas, e aqui digo com veemência, todas as nossas actividades.

Que são muitas, diga-se em abono da verdade.

Vamos começar pelo cine teatro Garrett.

Rambo: Oh Tinho pá! Num fales no Garret, pá. Isso já deu confusão que chegasse. Então eu dou-te este espaço para tu falares do Correntes d’Escritas, meu, e tu vens falar do Garrett?

Dá cá a esferográfica!

Poveiro amigo!

Nós os políticos somos pessoas que só se sentem bem a projectar, a criar, a individualizar, a dar e a receber. Quem nos dá os votos recebe obra feita. E fica satisfeito.

A grande obra em curso é a construção de uma ETAR de terceira geração que vai despoluir de uma vez por todas os mares nunca antes navegados da nossa Póvoa, essa Póvoa eternizada por José Carlos de Vasconcelos no seu livro “Amai a Póvoa Como Amais a Vós Próprios”.

Magala: Oh Rambo pá, num é nada disso que eu queria para esta página, meu. Atão tu pá, com a obra da avenida que tanta canseira me deu, vens falar de Etares e mares e vais Concelos?

Rambo: Oh Magala, achei que era importante prós nossos banhistas que nos visitam em Agosto.

Importante, importante! Importante é a Avenida.

Poveiros!

Estou aqui de coração aberto e a sangrar, quase me sentindo o Fernando Pessoa na cama, era eu médico… …

Rambo: Oh Magala num venhas outra vez com a história das mamas, por favor!

Num venho, num venho.

A obra da Avenida é uma obra estruturante.

Todos os poveiros sabem: sempre fui contra os automóveis no centro da cidade. Quando o Durão Barroso veio com o dia sem automóvel eu já há muito tempo fazia isso. A mim ninguém me dá lições.

Construímos vários Parques de Estacionamento periféricos, para as pessoas guardarem os seus automóveis lá e virem a pé para o centro da cidade, os que forem desportistas, e os que não forem, vêm de autocarro que nós já temos no Verão e agora vamos ter no Inverno.

Mas não quero carros à superfície, porque isto não é como alguns pensam, isto num Milão nem Tóquio, isto é uma cidade de província e é assim que a temos de tratar.

Até me dá vontade de rir. Comparar a Póvoa a Milão ou Tóquio. Eh, eh, eh!

Então quem vier a pé para o centro da cidade ou no autocarro, vai poder guardar o seu automóvel no Parque Subterrâneo da Avenida e, desta forma, temos solução para os problemas dos poveiros que querem ir ao Tribunal, às Finanças, ao Hospital ou ao Mercado. Perceberam?

Rambo: Oh Magala, mas o Mercado já num está destinado.

Com tempo, com tempo, Rambo.

APELO À CALMA:

Poveiros. Já todos vocês sabem que a empresa FDO, que até me faz lembrar outra coisa, pôs uma acção em Tribunal.

Estamos de consciência tranquila, até porque temos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto, que nos garantiu que estávamos no caminho certo.

Tinho: Oh Magala, o jurista é o Jorge Cardoso.

Jorge Cardoso? Nunca ouvi falar desse gaijo.

Rambo: Oh pá, vós sois muito broncos. Ele é Lopes Cardoso e se for como de costume vai levar-nos uma fortuna.

Magala: Aumenta-se a água e a electricidade.

Rambo: É, mas a electricidade num é pra nós.

Magala: Depois vemos.

Prontos poveiros.

Visitem a nossa página sempre que vos der vontade e deixem o vosso comentário ou a vossa queixa que um Gabinete especializado, com uma mulher bonita e inteligente, ocupar-se-á dos vossos problemas.

Para isso é que eu fui cirurgião com 11 valores.

Obrigado.



Magala: Ficou porreiro, num ficou Rambo?

Rambo: Ficou mais ou menos. Que achas Tinho?

Tinho nesta altura chorava compulsivamente, agarrado ao Angélico Salmonela.

o inverno é laranja



Sentimos que existia uma lacuna na nossa actividade como autarcas.

Sentimos que a página da Câmara Municipal e o mensal Folha Municipal não satisfaziam as nossas ambições como políticos eleitos e sufragados pelo povo.

Somos pessoas com cultura suficiente para entender que o povo precisa de estar informado sobre todas, e aqui digo com veemência, todas as nossas actividades.

Que são muitas, diga-se em abono da verdade.

Vamos começar pelo cine teatro Garrett.

Rambo: Oh Tinho pá! Num fales no Garret, pá. Isso já deu confusão que chegasse. Então eu dou-te este espaço para tu falares do Correntes d’Escritas, meu, e tu vens falar do Garrett?

Dá cá a esferográfica!

Poveiro amigo!

Nós os políticos somos pessoas que só se sentem bem a projectar, a criar, a individualizar, a dar e a receber. Quem nos dá os votos recebe obra feita. E fica satisfeito.

A grande obra em curso é a construção de uma ETAR de terceira geração que vai despoluir de uma vez por todas os mares nunca antes navegados da nossa Póvoa, essa Póvoa eternizada por José Carlos de Vasconcelos no seu livro “Amai a Póvoa Como Amais a Vós Próprios”.

Magala: Oh Rambo pá, num é nada disso que eu queria para esta página, meu. Atão tu pá, com a obra da avenida que tanta canseira me deu, vens falar de Etares e mares e vais Concelos?

Rambo: Oh Magala, achei que era importante prós nossos banhistas que nos visitam em Agosto.

Importante, importante! Importante é a Avenida.

Poveiros!

Estou aqui de coração aberto e a sangrar, quase me sentindo o Fernando Pessoa na cama, era eu médico… …

Rambo: Oh Magala num venhas outra vez com a história das mamas, por favor!

Num venho, num venho.

A obra da Avenida é uma obra estruturante.

Todos os poveiros sabem: sempre fui contra os automóveis no centro da cidade. Quando o Durão Barroso veio com o dia sem automóvel eu já há muito tempo fazia isso. A mim ninguém me dá lições.

Construímos vários Parques de Estacionamento periféricos, para as pessoas guardarem os seus automóveis lá e virem a pé para o centro da cidade, os que forem desportistas, e os que não forem, vêm de autocarro que nós já temos no Verão e agora vamos ter no Inverno.

Mas não quero carros à superfície, porque isto não é como alguns pensam, isto num Milão nem Tóquio, isto é uma cidade de província e é assim que a temos de tratar.

Até me dá vontade de rir. Comparar a Póvoa a Milão ou Tóquio. Eh, eh, eh!

Então quem vier a pé para o centro da cidade ou no autocarro, vai poder guardar o seu automóvel no Parque Subterrâneo da Avenida e, desta forma, temos solução para os problemas dos poveiros que querem ir ao Tribunal, às Finanças, ao Hospital ou ao Mercado. Perceberam?

Rambo: Oh Magala, mas o Mercado já num está destinado.

Com tempo, com tempo, Rambo.

APELO À CALMA:

Poveiros. Já todos vocês sabem que a empresa FDO, que até me faz lembrar outra coisa, pôs uma acção em Tribunal.

Estamos de consciência tranquila, até porque temos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto, que nos garantiu que estávamos no caminho certo.

Tinho: Oh Magala, o jurista é o Jorge Cardoso.

Jorge Cardoso? Nunca ouvi falar desse gaijo.

Rambo: Oh pá, vós sois muito broncos. Ele é Lopes Cardoso e se for como de costume vai levar-nos uma fortuna.

Magala: Aumenta-se a água e a electricidade.

Rambo: É, mas a electricidade num é pra nós.

Magala: Depois vemos.

Prontos poveiros.

Visitem a nossa página sempre que vos der vontade e deixem o vosso comentário ou a vossa queixa que um Gabinete especializado, com uma mulher bonita e inteligente, ocupar-se-á dos vossos problemas.

Para isso é que eu fui cirurgião com 11 valores.

Obrigado.



Magala: Ficou porreiro, num ficou Rambo?

Rambo: Ficou mais ou menos. Que achas Tinho?

Tinho nesta altura chorava compulsivamente, agarrado ao Angélico Salmonela.

o inverno é laranja



Sentimos que existia uma lacuna na nossa actividade como autarcas.

Sentimos que a página da Câmara Municipal e o mensal Folha Municipal não satisfaziam as nossas ambições como políticos eleitos e sufragados pelo povo.

Somos pessoas com cultura suficiente para entender que o povo precisa de estar informado sobre todas, e aqui digo com veemência, todas as nossas actividades.

Que são muitas, diga-se em abono da verdade.

Vamos começar pelo cine teatro Garrett.

Rambo: Oh Tinho pá! Num fales no Garret, pá. Isso já deu confusão que chegasse. Então eu dou-te este espaço para tu falares do Correntes d’Escritas, meu, e tu vens falar do Garrett?

Dá cá a esferográfica!

Poveiro amigo!

Nós os políticos somos pessoas que só se sentem bem a projectar, a criar, a individualizar, a dar e a receber. Quem nos dá os votos recebe obra feita. E fica satisfeito.

A grande obra em curso é a construção de uma ETAR de terceira geração que vai despoluir de uma vez por todas os mares nunca antes navegados da nossa Póvoa, essa Póvoa eternizada por José Carlos de Vasconcelos no seu livro “Amai a Póvoa Como Amais a Vós Próprios”.

Magala: Oh Rambo pá, num é nada disso que eu queria para esta página, meu. Atão tu pá, com a obra da avenida que tanta canseira me deu, vens falar de Etares e mares e vais Concelos?

Rambo: Oh Magala, achei que era importante prós nossos banhistas que nos visitam em Agosto.

Importante, importante! Importante é a Avenida.

Poveiros!

Estou aqui de coração aberto e a sangrar, quase me sentindo o Fernando Pessoa na cama, era eu médico… …

Rambo: Oh Magala num venhas outra vez com a história das mamas, por favor!

Num venho, num venho.

A obra da Avenida é uma obra estruturante.

Todos os poveiros sabem: sempre fui contra os automóveis no centro da cidade. Quando o Durão Barroso veio com o dia sem automóvel eu já há muito tempo fazia isso. A mim ninguém me dá lições.

Construímos vários Parques de Estacionamento periféricos, para as pessoas guardarem os seus automóveis lá e virem a pé para o centro da cidade, os que forem desportistas, e os que não forem, vêm de autocarro que nós já temos no Verão e agora vamos ter no Inverno.

Mas não quero carros à superfície, porque isto não é como alguns pensam, isto num Milão nem Tóquio, isto é uma cidade de província e é assim que a temos de tratar.

Até me dá vontade de rir. Comparar a Póvoa a Milão ou Tóquio. Eh, eh, eh!

Então quem vier a pé para o centro da cidade ou no autocarro, vai poder guardar o seu automóvel no Parque Subterrâneo da Avenida e, desta forma, temos solução para os problemas dos poveiros que querem ir ao Tribunal, às Finanças, ao Hospital ou ao Mercado. Perceberam?

Rambo: Oh Magala, mas o Mercado já num está destinado.

Com tempo, com tempo, Rambo.

APELO À CALMA:

Poveiros. Já todos vocês sabem que a empresa FDO, que até me faz lembrar outra coisa, pôs uma acção em Tribunal.

Estamos de consciência tranquila, até porque temos um parecer do nosso jurista Lopes Caimoto, que nos garantiu que estávamos no caminho certo.

Tinho: Oh Magala, o jurista é o Jorge Cardoso.

Jorge Cardoso? Nunca ouvi falar desse gaijo.

Rambo: Oh pá, vós sois muito broncos. Ele é Lopes Cardoso e se for como de costume vai levar-nos uma fortuna.

Magala: Aumenta-se a água e a electricidade.

Rambo: É, mas a electricidade num é pra nós.

Magala: Depois vemos.

Prontos poveiros.

Visitem a nossa página sempre que vos der vontade e deixem o vosso comentário ou a vossa queixa que um Gabinete especializado, com uma mulher bonita e inteligente, ocupar-se-á dos vossos problemas.

Para isso é que eu fui cirurgião com 11 valores.

Obrigado.



Magala: Ficou porreiro, num ficou Rambo?

Rambo: Ficou mais ou menos. Que achas Tinho?

Tinho nesta altura chorava compulsivamente, agarrado ao Angélico Salmonela.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

tacho-cobardia




Do nosso colaborador e amigo, Gomes de Sá, um indivíduo impoluto e de grande prestígio nacional e internacional, recebemos este texto bastante contundente.



Na última semana dizia Miguel Sousa Tavares de quem sou amigo:

"O que sabia dos tachos confirmei. Em grande parte este é o paraíso do emprego impune, da cobardia mais desavergonhada, da vitória dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja”.

A democracia que defendo corresponde à dos tachos transparentes. Um tacho que é dado às escondidas não é tacho e põe em causa a democracia dos tachos.

No mundo dos tachos a impunidade e a hipocrisia são ilimitadas e, mais cedo do que se pensa, os tachistas vão ser identificados e expostos publicamente.

Pessoas com tachos transparentes, como é o meu caso, dão a cara, para o bem e para o mal, em todas as situações, salvo seja.

Cabe-me a mim inverter esta tendência dos tachos obscuros tornando-os mais transparentes, em nome da democracia e da Constituição da República.

Gomes de Sá

tacho-cobardia




Do nosso colaborador e amigo, Gomes de Sá, um indivíduo impoluto e de grande prestígio nacional e internacional, recebemos este texto bastante contundente.



Na última semana dizia Miguel Sousa Tavares de quem sou amigo:

"O que sabia dos tachos confirmei. Em grande parte este é o paraíso do emprego impune, da cobardia mais desavergonhada, da vitória dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja”.

A democracia que defendo corresponde à dos tachos transparentes. Um tacho que é dado às escondidas não é tacho e põe em causa a democracia dos tachos.

No mundo dos tachos a impunidade e a hipocrisia são ilimitadas e, mais cedo do que se pensa, os tachistas vão ser identificados e expostos publicamente.

Pessoas com tachos transparentes, como é o meu caso, dão a cara, para o bem e para o mal, em todas as situações, salvo seja.

Cabe-me a mim inverter esta tendência dos tachos obscuros tornando-os mais transparentes, em nome da democracia e da Constituição da República.

Gomes de Sá

tacho-cobardia




Do nosso colaborador e amigo, Gomes de Sá, um indivíduo impoluto e de grande prestígio nacional e internacional, recebemos este texto bastante contundente.



Na última semana dizia Miguel Sousa Tavares de quem sou amigo:

"O que sabia dos tachos confirmei. Em grande parte este é o paraíso do emprego impune, da cobardia mais desavergonhada, da vitória dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja”.

A democracia que defendo corresponde à dos tachos transparentes. Um tacho que é dado às escondidas não é tacho e põe em causa a democracia dos tachos.

No mundo dos tachos a impunidade e a hipocrisia são ilimitadas e, mais cedo do que se pensa, os tachistas vão ser identificados e expostos publicamente.

Pessoas com tachos transparentes, como é o meu caso, dão a cara, para o bem e para o mal, em todas as situações, salvo seja.

Cabe-me a mim inverter esta tendência dos tachos obscuros tornando-os mais transparentes, em nome da democracia e da Constituição da República.

Gomes de Sá

tacho-cobardia




Do nosso colaborador e amigo, Gomes de Sá, um indivíduo impoluto e de grande prestígio nacional e internacional, recebemos este texto bastante contundente.



Na última semana dizia Miguel Sousa Tavares de quem sou amigo:

"O que sabia dos tachos confirmei. Em grande parte este é o paraíso do emprego impune, da cobardia mais desavergonhada, da vitória dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja”.

A democracia que defendo corresponde à dos tachos transparentes. Um tacho que é dado às escondidas não é tacho e põe em causa a democracia dos tachos.

No mundo dos tachos a impunidade e a hipocrisia são ilimitadas e, mais cedo do que se pensa, os tachistas vão ser identificados e expostos publicamente.

Pessoas com tachos transparentes, como é o meu caso, dão a cara, para o bem e para o mal, em todas as situações, salvo seja.

Cabe-me a mim inverter esta tendência dos tachos obscuros tornando-os mais transparentes, em nome da democracia e da Constituição da República.

Gomes de Sá

tacho-cobardia




Do nosso colaborador e amigo, Gomes de Sá, um indivíduo impoluto e de grande prestígio nacional e internacional, recebemos este texto bastante contundente.



Na última semana dizia Miguel Sousa Tavares de quem sou amigo:

"O que sabia dos tachos confirmei. Em grande parte este é o paraíso do emprego impune, da cobardia mais desavergonhada, da vitória dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja”.

A democracia que defendo corresponde à dos tachos transparentes. Um tacho que é dado às escondidas não é tacho e põe em causa a democracia dos tachos.

No mundo dos tachos a impunidade e a hipocrisia são ilimitadas e, mais cedo do que se pensa, os tachistas vão ser identificados e expostos publicamente.

Pessoas com tachos transparentes, como é o meu caso, dão a cara, para o bem e para o mal, em todas as situações, salvo seja.

Cabe-me a mim inverter esta tendência dos tachos obscuros tornando-os mais transparentes, em nome da democracia e da Constituição da República.

Gomes de Sá

tacho-cobardia




Do nosso colaborador e amigo, Gomes de Sá, um indivíduo impoluto e de grande prestígio nacional e internacional, recebemos este texto bastante contundente.



Na última semana dizia Miguel Sousa Tavares de quem sou amigo:

"O que sabia dos tachos confirmei. Em grande parte este é o paraíso do emprego impune, da cobardia mais desavergonhada, da vitória dos medíocres e dessa tão velha e tão trágica doença portuguesa que é a inveja”.

A democracia que defendo corresponde à dos tachos transparentes. Um tacho que é dado às escondidas não é tacho e põe em causa a democracia dos tachos.

No mundo dos tachos a impunidade e a hipocrisia são ilimitadas e, mais cedo do que se pensa, os tachistas vão ser identificados e expostos publicamente.

Pessoas com tachos transparentes, como é o meu caso, dão a cara, para o bem e para o mal, em todas as situações, salvo seja.

Cabe-me a mim inverter esta tendência dos tachos obscuros tornando-os mais transparentes, em nome da democracia e da Constituição da República.

Gomes de Sá

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

a papel químico


Diamantino Miranda é mais um dos muitos treinadores que após terminarem as suas carreiras como jogadores de futebol, convencem-se que são os denominados “homens do futebol” e, por via desse epíteto, continuam a rondar os estádios, os clubes e a imprensa à espera de um contrato como treinador.

É muito simples:

Tiram o cursinho de treinador de futebol em “part time” para não cansar muito, inscrevem-se na Associação dos Treinadores de Futebol e esperam uma chamada telefónica de algum mais velho que necessite de um adjunto, ou de um pacóvio dirigente desportivo.

Diamantino Miranda não tem qualquer currículo de sucesso como treinador. Andou perdido pelo Setúbal, Felgueiras, Beja, Campomaiorense, Gil Vicente e Felgueiras. Veja aqui.



Alguém se lembra do que ele lá fez?


O seu último clube foi o Portimonense, o qual ganhou ao Varzim 1-4, como se recordam.

Sabem o que ele disse quando lá chegou?

“Este é um projecto giro e entusiasmante. A equipa foi construída para disputar a II B, mas não sendo mágico, acredito na equipa e na manutenção”.

Leia aqui, para não dizerem que estamos a mentir.

Estávamos em 20 de Abril de 2005.

Em 12 de Outubro de 2006, Diamantino afirmou o seguinte, após saída do clube:

«Parecia um clube do Distrital ou Inatel». Leia aqui.

Recentemente em entrevista ao Póvoa Semanário aqui, Diamantino diz o seguinte:

“Encontrei precisamente aquilo que tinha encontrado no Portimonense”.

O quê Diamantino?

Um projecto giro e entusiasmante?

Ou um clube do Distrital ou do Inatel?

O tempo encarregar-se-á de responder a esta insuperável dúvida.

Por ser um treinador cozinhado em forno de lenha, tal como muitos outros, de Diamantino Miranda espera-se muito pouco:

Treinos planeados em cima do joelho, em que o tempo será passado a fazer remates à baliza, centros para dentro da área e a habitual “peladinha” em que ele, com toda a certeza, irá aproveitar para mostrar aos reformados adeptos varzinistas que normalmente assistem aos treinos, que ainda é uma velha glória encarnada, resistente ao caruncho do tempo.

De imediato há que conquistar o balneário e esse objectivo passava por renovar com Alexandre, o tal que é considerado uma glória do clube, tão glória como Diamantino, mas este mais glória porque jogou no Benfica e o Benfica não é o Varzim.

Depois afirmar que os novos valores formados nos escalões mais jovens não servem para a equipa principal.

Eis como se arruína a carreira de um jovem jogador.

O que pretende Diamantino?

Aquilo que pretende qualquer treinador medíocre, como Luís Campos, Jurássico, Vítor Oliveira, Vítor Urbano, Jaime Pacheco, Octávio Machado, etc, etc, (eram precisas páginas e páginas para os enumerar a todos), ou seja, uma equipa escolhida por ele.

Se bem se recordarem, esta foi a expressão utilizada por Jurássico após a primeira época.

Esta equipa do Varzim não é uma equipa formada por Diamantino Miranda e, portanto, não serve os objectivos do Mister.

Já sabemos o que ele quer. Contratações de jogadores da sua confiança.

Espera-se para já o Director Desportivo.

Desenganem-se aqueles que pensam que vai ser um rapaz da Póvoa.

Mantenham-se atentos.

A mediocridade há-de vir ao de cima.

Como o azeite.

a papel químico


Diamantino Miranda é mais um dos muitos treinadores que após terminarem as suas carreiras como jogadores de futebol, convencem-se que são os denominados “homens do futebol” e, por via desse epíteto, continuam a rondar os estádios, os clubes e a imprensa à espera de um contrato como treinador.

É muito simples:

Tiram o cursinho de treinador de futebol em “part time” para não cansar muito, inscrevem-se na Associação dos Treinadores de Futebol e esperam uma chamada telefónica de algum mais velho que necessite de um adjunto, ou de um pacóvio dirigente desportivo.

Diamantino Miranda não tem qualquer currículo de sucesso como treinador. Andou perdido pelo Setúbal, Felgueiras, Beja, Campomaiorense, Gil Vicente e Felgueiras. Veja aqui.



Alguém se lembra do que ele lá fez?


O seu último clube foi o Portimonense, o qual ganhou ao Varzim 1-4, como se recordam.

Sabem o que ele disse quando lá chegou?

“Este é um projecto giro e entusiasmante. A equipa foi construída para disputar a II B, mas não sendo mágico, acredito na equipa e na manutenção”.

Leia aqui, para não dizerem que estamos a mentir.

Estávamos em 20 de Abril de 2005.

Em 12 de Outubro de 2006, Diamantino afirmou o seguinte, após saída do clube:

«Parecia um clube do Distrital ou Inatel». Leia aqui.

Recentemente em entrevista ao Póvoa Semanário aqui, Diamantino diz o seguinte:

“Encontrei precisamente aquilo que tinha encontrado no Portimonense”.

O quê Diamantino?

Um projecto giro e entusiasmante?

Ou um clube do Distrital ou do Inatel?

O tempo encarregar-se-á de responder a esta insuperável dúvida.

Por ser um treinador cozinhado em forno de lenha, tal como muitos outros, de Diamantino Miranda espera-se muito pouco:

Treinos planeados em cima do joelho, em que o tempo será passado a fazer remates à baliza, centros para dentro da área e a habitual “peladinha” em que ele, com toda a certeza, irá aproveitar para mostrar aos reformados adeptos varzinistas que normalmente assistem aos treinos, que ainda é uma velha glória encarnada, resistente ao caruncho do tempo.

De imediato há que conquistar o balneário e esse objectivo passava por renovar com Alexandre, o tal que é considerado uma glória do clube, tão glória como Diamantino, mas este mais glória porque jogou no Benfica e o Benfica não é o Varzim.

Depois afirmar que os novos valores formados nos escalões mais jovens não servem para a equipa principal.

Eis como se arruína a carreira de um jovem jogador.

O que pretende Diamantino?

Aquilo que pretende qualquer treinador medíocre, como Luís Campos, Jurássico, Vítor Oliveira, Vítor Urbano, Jaime Pacheco, Octávio Machado, etc, etc, (eram precisas páginas e páginas para os enumerar a todos), ou seja, uma equipa escolhida por ele.

Se bem se recordarem, esta foi a expressão utilizada por Jurássico após a primeira época.

Esta equipa do Varzim não é uma equipa formada por Diamantino Miranda e, portanto, não serve os objectivos do Mister.

Já sabemos o que ele quer. Contratações de jogadores da sua confiança.

Espera-se para já o Director Desportivo.

Desenganem-se aqueles que pensam que vai ser um rapaz da Póvoa.

Mantenham-se atentos.

A mediocridade há-de vir ao de cima.

Como o azeite.

a papel químico


Diamantino Miranda é mais um dos muitos treinadores que após terminarem as suas carreiras como jogadores de futebol, convencem-se que são os denominados “homens do futebol” e, por via desse epíteto, continuam a rondar os estádios, os clubes e a imprensa à espera de um contrato como treinador.

É muito simples:

Tiram o cursinho de treinador de futebol em “part time” para não cansar muito, inscrevem-se na Associação dos Treinadores de Futebol e esperam uma chamada telefónica de algum mais velho que necessite de um adjunto, ou de um pacóvio dirigente desportivo.

Diamantino Miranda não tem qualquer currículo de sucesso como treinador. Andou perdido pelo Setúbal, Felgueiras, Beja, Campomaiorense, Gil Vicente e Felgueiras. Veja aqui.



Alguém se lembra do que ele lá fez?


O seu último clube foi o Portimonense, o qual ganhou ao Varzim 1-4, como se recordam.

Sabem o que ele disse quando lá chegou?

“Este é um projecto giro e entusiasmante. A equipa foi construída para disputar a II B, mas não sendo mágico, acredito na equipa e na manutenção”.

Leia aqui, para não dizerem que estamos a mentir.

Estávamos em 20 de Abril de 2005.

Em 12 de Outubro de 2006, Diamantino afirmou o seguinte, após saída do clube:

«Parecia um clube do Distrital ou Inatel». Leia aqui.

Recentemente em entrevista ao Póvoa Semanário aqui, Diamantino diz o seguinte:

“Encontrei precisamente aquilo que tinha encontrado no Portimonense”.

O quê Diamantino?

Um projecto giro e entusiasmante?

Ou um clube do Distrital ou do Inatel?

O tempo encarregar-se-á de responder a esta insuperável dúvida.

Por ser um treinador cozinhado em forno de lenha, tal como muitos outros, de Diamantino Miranda espera-se muito pouco:

Treinos planeados em cima do joelho, em que o tempo será passado a fazer remates à baliza, centros para dentro da área e a habitual “peladinha” em que ele, com toda a certeza, irá aproveitar para mostrar aos reformados adeptos varzinistas que normalmente assistem aos treinos, que ainda é uma velha glória encarnada, resistente ao caruncho do tempo.

De imediato há que conquistar o balneário e esse objectivo passava por renovar com Alexandre, o tal que é considerado uma glória do clube, tão glória como Diamantino, mas este mais glória porque jogou no Benfica e o Benfica não é o Varzim.

Depois afirmar que os novos valores formados nos escalões mais jovens não servem para a equipa principal.

Eis como se arruína a carreira de um jovem jogador.

O que pretende Diamantino?

Aquilo que pretende qualquer treinador medíocre, como Luís Campos, Jurássico, Vítor Oliveira, Vítor Urbano, Jaime Pacheco, Octávio Machado, etc, etc, (eram precisas páginas e páginas para os enumerar a todos), ou seja, uma equipa escolhida por ele.

Se bem se recordarem, esta foi a expressão utilizada por Jurássico após a primeira época.

Esta equipa do Varzim não é uma equipa formada por Diamantino Miranda e, portanto, não serve os objectivos do Mister.

Já sabemos o que ele quer. Contratações de jogadores da sua confiança.

Espera-se para já o Director Desportivo.

Desenganem-se aqueles que pensam que vai ser um rapaz da Póvoa.

Mantenham-se atentos.

A mediocridade há-de vir ao de cima.

Como o azeite.