sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

sessões de câmara (5) nepotismo, clientelismo e mediocridade


Poderia apontar diversos exemplos de funcionários contratados pela autarquia poveira apenas com base em critérios de apelido familiar, preferência política ou cunha de pessoa influente.

No entanto, creio ser suficiente, para demonstrar o caos que paira na área de recursos humanos, referir a categoria jurista.

São muitos os juristas contratados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Muitos mais do que as necessidades efectivas para dar resposta aos problemas que decorrem do seu normal funcionamento.

Creio, com elevado grau de certeza, que nenhum dos que lá trabalha foi contratado por mérito pessoal. Lembro aqui o genro do Zé Azevedo, antigo estagiário do escritório do Dr. José Reina, esse grande amigo de Macedo Vieira, a filha do Quilores, casada com o Presidente do Clube Desportivo da Póvoa, a mulher desse moço da livraria Minerva, o Bago, a mulher do advogado da Califórnia, que deu mais despesa pelo tamanho da cadeira, a Sandra Rita que teve um processo disciplinar na Varzim Lazer cuja sanção foi a sua contratação pela Câmara, algo inédito, ou talvez não. Enfim, um rol exemplar.

Só para dar alguns exemplos de contratações em desobediência às regras previamente impostas de selecção dos candidatos.

O que faz tanta gente com a mesma licenciatura?

O trivial, o corrente, o levezinho.

Porque os grandes processos, as grandes causas, os assuntos complicados, aquilo que coloca em cheque a autarquia, esses são entregues a advogados de renome.

Como é o caso de Lopes Cardoso.

De Lopes Cardoso poder-se-ia dizer que aufere um chorudo ordenado só com a nossa Câmara como cliente.Veja o leitor que só nesta carta, correspondente a um processo, o causídico pede 1 500 contos de provisão. Estávamos em 2001.

É apenas uma amostra. Se o leitor quiser perder tempo a ler as actas vai reparar nas quantias absurdas que são pedidas por este advogado.

Se a Câmara contrata tantos juristas porque não entregar-lhes estas causas?

Por mediocridade dos contratados, presumo eu.

Para prejuízo dos cidadãos que têm de arcar com todas estas despesas, ou por acaso julgam que é Macedo Vieira e Aires Pereira que pagam do próprio bolso?



sessões de câmara (5) nepotismo, clientelismo e mediocridade


Poderia apontar diversos exemplos de funcionários contratados pela autarquia poveira apenas com base em critérios de apelido familiar, preferência política ou cunha de pessoa influente.

No entanto, creio ser suficiente, para demonstrar o caos que paira na área de recursos humanos, referir a categoria jurista.

São muitos os juristas contratados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Muitos mais do que as necessidades efectivas para dar resposta aos problemas que decorrem do seu normal funcionamento.

Creio, com elevado grau de certeza, que nenhum dos que lá trabalha foi contratado por mérito pessoal. Lembro aqui o genro do Zé Azevedo, antigo estagiário do escritório do Dr. José Reina, esse grande amigo de Macedo Vieira, a filha do Quilores, casada com o Presidente do Clube Desportivo da Póvoa, a mulher desse moço da livraria Minerva, o Bago, a mulher do advogado da Califórnia, que deu mais despesa pelo tamanho da cadeira, a Sandra Rita que teve um processo disciplinar na Varzim Lazer cuja sanção foi a sua contratação pela Câmara, algo inédito, ou talvez não. Enfim, um rol exemplar.

Só para dar alguns exemplos de contratações em desobediência às regras previamente impostas de selecção dos candidatos.

O que faz tanta gente com a mesma licenciatura?

O trivial, o corrente, o levezinho.

Porque os grandes processos, as grandes causas, os assuntos complicados, aquilo que coloca em cheque a autarquia, esses são entregues a advogados de renome.

Como é o caso de Lopes Cardoso.

De Lopes Cardoso poder-se-ia dizer que aufere um chorudo ordenado só com a nossa Câmara como cliente.Veja o leitor que só nesta carta, correspondente a um processo, o causídico pede 1 500 contos de provisão. Estávamos em 2001.

É apenas uma amostra. Se o leitor quiser perder tempo a ler as actas vai reparar nas quantias absurdas que são pedidas por este advogado.

Se a Câmara contrata tantos juristas porque não entregar-lhes estas causas?

Por mediocridade dos contratados, presumo eu.

Para prejuízo dos cidadãos que têm de arcar com todas estas despesas, ou por acaso julgam que é Macedo Vieira e Aires Pereira que pagam do próprio bolso?



sessões de câmara (5) nepotismo, clientelismo e mediocridade


Poderia apontar diversos exemplos de funcionários contratados pela autarquia poveira apenas com base em critérios de apelido familiar, preferência política ou cunha de pessoa influente.

No entanto, creio ser suficiente, para demonstrar o caos que paira na área de recursos humanos, referir a categoria jurista.

São muitos os juristas contratados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Muitos mais do que as necessidades efectivas para dar resposta aos problemas que decorrem do seu normal funcionamento.

Creio, com elevado grau de certeza, que nenhum dos que lá trabalha foi contratado por mérito pessoal. Lembro aqui o genro do Zé Azevedo, antigo estagiário do escritório do Dr. José Reina, esse grande amigo de Macedo Vieira, a filha do Quilores, casada com o Presidente do Clube Desportivo da Póvoa, a mulher desse moço da livraria Minerva, o Bago, a mulher do advogado da Califórnia, que deu mais despesa pelo tamanho da cadeira, a Sandra Rita que teve um processo disciplinar na Varzim Lazer cuja sanção foi a sua contratação pela Câmara, algo inédito, ou talvez não. Enfim, um rol exemplar.

Só para dar alguns exemplos de contratações em desobediência às regras previamente impostas de selecção dos candidatos.

O que faz tanta gente com a mesma licenciatura?

O trivial, o corrente, o levezinho.

Porque os grandes processos, as grandes causas, os assuntos complicados, aquilo que coloca em cheque a autarquia, esses são entregues a advogados de renome.

Como é o caso de Lopes Cardoso.

De Lopes Cardoso poder-se-ia dizer que aufere um chorudo ordenado só com a nossa Câmara como cliente.Veja o leitor que só nesta carta, correspondente a um processo, o causídico pede 1 500 contos de provisão. Estávamos em 2001.

É apenas uma amostra. Se o leitor quiser perder tempo a ler as actas vai reparar nas quantias absurdas que são pedidas por este advogado.

Se a Câmara contrata tantos juristas porque não entregar-lhes estas causas?

Por mediocridade dos contratados, presumo eu.

Para prejuízo dos cidadãos que têm de arcar com todas estas despesas, ou por acaso julgam que é Macedo Vieira e Aires Pereira que pagam do próprio bolso?



sessões de câmara (5) nepotismo, clientelismo e mediocridade


Poderia apontar diversos exemplos de funcionários contratados pela autarquia poveira apenas com base em critérios de apelido familiar, preferência política ou cunha de pessoa influente.

No entanto, creio ser suficiente, para demonstrar o caos que paira na área de recursos humanos, referir a categoria jurista.

São muitos os juristas contratados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Muitos mais do que as necessidades efectivas para dar resposta aos problemas que decorrem do seu normal funcionamento.

Creio, com elevado grau de certeza, que nenhum dos que lá trabalha foi contratado por mérito pessoal. Lembro aqui o genro do Zé Azevedo, antigo estagiário do escritório do Dr. José Reina, esse grande amigo de Macedo Vieira, a filha do Quilores, casada com o Presidente do Clube Desportivo da Póvoa, a mulher desse moço da livraria Minerva, o Bago, a mulher do advogado da Califórnia, que deu mais despesa pelo tamanho da cadeira, a Sandra Rita que teve um processo disciplinar na Varzim Lazer cuja sanção foi a sua contratação pela Câmara, algo inédito, ou talvez não. Enfim, um rol exemplar.

Só para dar alguns exemplos de contratações em desobediência às regras previamente impostas de selecção dos candidatos.

O que faz tanta gente com a mesma licenciatura?

O trivial, o corrente, o levezinho.

Porque os grandes processos, as grandes causas, os assuntos complicados, aquilo que coloca em cheque a autarquia, esses são entregues a advogados de renome.

Como é o caso de Lopes Cardoso.

De Lopes Cardoso poder-se-ia dizer que aufere um chorudo ordenado só com a nossa Câmara como cliente.Veja o leitor que só nesta carta, correspondente a um processo, o causídico pede 1 500 contos de provisão. Estávamos em 2001.

É apenas uma amostra. Se o leitor quiser perder tempo a ler as actas vai reparar nas quantias absurdas que são pedidas por este advogado.

Se a Câmara contrata tantos juristas porque não entregar-lhes estas causas?

Por mediocridade dos contratados, presumo eu.

Para prejuízo dos cidadãos que têm de arcar com todas estas despesas, ou por acaso julgam que é Macedo Vieira e Aires Pereira que pagam do próprio bolso?



quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

sessões de câmara (4) as viagens


Foram inúmeras as viagens dos nossos eleitos do PSD a terras de Vera Cruz e Canadá, a mais famosa das quais será a que permitiu a Tone ter um processo disciplinar por ter dado cinco faltas consecutivas ao serviço e, dessa forma, obter a aposentação compulsiva em valores muito acima daqueles que obteria se esperasse pelo integral cumprimento do tempo de serviço na função pública.

Macedo Vieira e Luís Diamantino encontravam-se na época no Rio de Janeiro e em São Paulo, na célebre viagem em que se fez acompanhar por várias figuras baças da nossa sociedade, onde se incluíam Virgílio Tavares e Catarina Pessanha, a tal Directora de um jornal que não se enfeuda a partidos políticos.

Esse jornal passa a vida a comemorar aniversários, como se cada um fosse uma batalha contra a condenada extinção. Vai no décimo, o que significa que em 1999 o jornal tinha um ano e estava a dar os primeiros passos, na mais extrema das dificuldades.

Essas cinco faltas do Tone, o processo disciplinar e a consequente sanção de aposentação compulsiva, tudo premiado com a nomeação do próprio para Presidente da Empresa Municipal Varzim Lazer, desenrolaram-se na ausência de Macedo Vieira no Brasil e sem o seu conhecimento. Assim o disseram publica e indignamente.

Isto foi o que pensou o Ministério Público, o Ministério Público da Póvoa de Varzim, um órgão que representa o Estado e deveria actuar no combate à fraude e à corrupção.

Só o Ministério Público concluiu assim. Todos os poveiros sabiam que Macedo Vieira sabia de tudo.

Em conclusão, todas esta viagens mais não constituíam do que gastos supérfluos do dinheiro dos contribuintes, exposição pública de vaidades e ostentação de uma falsa imponência que ainda hoje todos nós, contribuintes, arcamos através das altas taxas que pagamos face ao grave endividamento em que a Câmara se encontra.

Retirei de entre várias disponíveis, porque a famosa de 1999 ainda não o está, esta viagem de Diamantino a Toronto.

Até chorei sozinho? ? ?

De tanto rir! Leia.







sessões de câmara (4) as viagens


Foram inúmeras as viagens dos nossos eleitos do PSD a terras de Vera Cruz e Canadá, a mais famosa das quais será a que permitiu a Tone ter um processo disciplinar por ter dado cinco faltas consecutivas ao serviço e, dessa forma, obter a aposentação compulsiva em valores muito acima daqueles que obteria se esperasse pelo integral cumprimento do tempo de serviço na função pública.

Macedo Vieira e Luís Diamantino encontravam-se na época no Rio de Janeiro e em São Paulo, na célebre viagem em que se fez acompanhar por várias figuras baças da nossa sociedade, onde se incluíam Virgílio Tavares e Catarina Pessanha, a tal Directora de um jornal que não se enfeuda a partidos políticos.

Esse jornal passa a vida a comemorar aniversários, como se cada um fosse uma batalha contra a condenada extinção. Vai no décimo, o que significa que em 1999 o jornal tinha um ano e estava a dar os primeiros passos, na mais extrema das dificuldades.

Essas cinco faltas do Tone, o processo disciplinar e a consequente sanção de aposentação compulsiva, tudo premiado com a nomeação do próprio para Presidente da Empresa Municipal Varzim Lazer, desenrolaram-se na ausência de Macedo Vieira no Brasil e sem o seu conhecimento. Assim o disseram publica e indignamente.

Isto foi o que pensou o Ministério Público, o Ministério Público da Póvoa de Varzim, um órgão que representa o Estado e deveria actuar no combate à fraude e à corrupção.

Só o Ministério Público concluiu assim. Todos os poveiros sabiam que Macedo Vieira sabia de tudo.

Em conclusão, todas esta viagens mais não constituíam do que gastos supérfluos do dinheiro dos contribuintes, exposição pública de vaidades e ostentação de uma falsa imponência que ainda hoje todos nós, contribuintes, arcamos através das altas taxas que pagamos face ao grave endividamento em que a Câmara se encontra.

Retirei de entre várias disponíveis, porque a famosa de 1999 ainda não o está, esta viagem de Diamantino a Toronto.

Até chorei sozinho? ? ?

De tanto rir! Leia.







sessões de câmara (4) as viagens


Foram inúmeras as viagens dos nossos eleitos do PSD a terras de Vera Cruz e Canadá, a mais famosa das quais será a que permitiu a Tone ter um processo disciplinar por ter dado cinco faltas consecutivas ao serviço e, dessa forma, obter a aposentação compulsiva em valores muito acima daqueles que obteria se esperasse pelo integral cumprimento do tempo de serviço na função pública.

Macedo Vieira e Luís Diamantino encontravam-se na época no Rio de Janeiro e em São Paulo, na célebre viagem em que se fez acompanhar por várias figuras baças da nossa sociedade, onde se incluíam Virgílio Tavares e Catarina Pessanha, a tal Directora de um jornal que não se enfeuda a partidos políticos.

Esse jornal passa a vida a comemorar aniversários, como se cada um fosse uma batalha contra a condenada extinção. Vai no décimo, o que significa que em 1999 o jornal tinha um ano e estava a dar os primeiros passos, na mais extrema das dificuldades.

Essas cinco faltas do Tone, o processo disciplinar e a consequente sanção de aposentação compulsiva, tudo premiado com a nomeação do próprio para Presidente da Empresa Municipal Varzim Lazer, desenrolaram-se na ausência de Macedo Vieira no Brasil e sem o seu conhecimento. Assim o disseram publica e indignamente.

Isto foi o que pensou o Ministério Público, o Ministério Público da Póvoa de Varzim, um órgão que representa o Estado e deveria actuar no combate à fraude e à corrupção.

Só o Ministério Público concluiu assim. Todos os poveiros sabiam que Macedo Vieira sabia de tudo.

Em conclusão, todas esta viagens mais não constituíam do que gastos supérfluos do dinheiro dos contribuintes, exposição pública de vaidades e ostentação de uma falsa imponência que ainda hoje todos nós, contribuintes, arcamos através das altas taxas que pagamos face ao grave endividamento em que a Câmara se encontra.

Retirei de entre várias disponíveis, porque a famosa de 1999 ainda não o está, esta viagem de Diamantino a Toronto.

Até chorei sozinho? ? ?

De tanto rir! Leia.







sessões de câmara (4) as viagens


Foram inúmeras as viagens dos nossos eleitos do PSD a terras de Vera Cruz e Canadá, a mais famosa das quais será a que permitiu a Tone ter um processo disciplinar por ter dado cinco faltas consecutivas ao serviço e, dessa forma, obter a aposentação compulsiva em valores muito acima daqueles que obteria se esperasse pelo integral cumprimento do tempo de serviço na função pública.

Macedo Vieira e Luís Diamantino encontravam-se na época no Rio de Janeiro e em São Paulo, na célebre viagem em que se fez acompanhar por várias figuras baças da nossa sociedade, onde se incluíam Virgílio Tavares e Catarina Pessanha, a tal Directora de um jornal que não se enfeuda a partidos políticos.

Esse jornal passa a vida a comemorar aniversários, como se cada um fosse uma batalha contra a condenada extinção. Vai no décimo, o que significa que em 1999 o jornal tinha um ano e estava a dar os primeiros passos, na mais extrema das dificuldades.

Essas cinco faltas do Tone, o processo disciplinar e a consequente sanção de aposentação compulsiva, tudo premiado com a nomeação do próprio para Presidente da Empresa Municipal Varzim Lazer, desenrolaram-se na ausência de Macedo Vieira no Brasil e sem o seu conhecimento. Assim o disseram publica e indignamente.

Isto foi o que pensou o Ministério Público, o Ministério Público da Póvoa de Varzim, um órgão que representa o Estado e deveria actuar no combate à fraude e à corrupção.

Só o Ministério Público concluiu assim. Todos os poveiros sabiam que Macedo Vieira sabia de tudo.

Em conclusão, todas esta viagens mais não constituíam do que gastos supérfluos do dinheiro dos contribuintes, exposição pública de vaidades e ostentação de uma falsa imponência que ainda hoje todos nós, contribuintes, arcamos através das altas taxas que pagamos face ao grave endividamento em que a Câmara se encontra.

Retirei de entre várias disponíveis, porque a famosa de 1999 ainda não o está, esta viagem de Diamantino a Toronto.

Até chorei sozinho? ? ?

De tanto rir! Leia.







quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

sessões de câmara (3) ser oposição





Ser oposição nas autarquias é uma tarefa ingrata.


Os autarcas com maioria política trabalham para asfixiar os eleitos da oposição, recusando a aplicação de eventuais propostas apresentadas, denegrindo o seu comportamento político, criticando as suas declarações públicas e proibindo a colaboração dos funcionários em qualquer iniciativa por eles engendrada.



Tudo com o apoio discreto dos órgãos de comunicação social locais, uns de forma mais descarada, outros sob o manto da suposta independência política.



Vale tudo para manter a perpetuação no poder.



Exemplos existem, porém, de autarcas que não se enquadram no comportamento acima referido, quer porque a sua cultura política é virada para a satisfação dos interesses dos cidadãos eleitores, quer porque desde muitos jovens aprenderam que a democracia é um regime onde todos têm voz, onde todos podem criticar e onde todos podem exprimir a sua criatividade.



A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim através desse autarca modelo que é o Dr. Macedo Vieira, tem sabido dar voz às ideias da oposição, quer atribuindo tarefas aos respectivos vereadores, quer estudando com afinco as suas propostas, quer ainda pela disponibilidade em estudar conjuntamente aquilo que se verifica ser melhor para os interesses da população.



O que vinha a acontecer, principalmente com o Arq. Silva Garcia, é uma constante afronta ao trabalho desencadeado pelo Dr. Macedo Vieira, quer boicotando o seu programa eleitoral, quer tentando que o seu seja implementado nas sucessivas reuniões de Câmara.



Nem sempre foi assim, porém, o relacionamento com os vereadores da oposição, como aliás o Dr. Macedo Vieira não se cansa de repetir:



Veja-se o exemplo de Joaquim Cancela, um homem que trabalhou no duro, circulando a ideia, ainda hoje, que a Câmara da Póvoa é uma Câmara CDU, face ao ineditismo socialista que caracteriza a maioria das suas ideias.



Veja-se o exemplo de Gil da Costa, eleito pelo PS, ainda hoje tido por todos os autarcas laranjas como o melhor vereador da oposição desde o 25 de Abril, pela facilidade com que assimilava as propostas da bancada social-democrata.



Já Carlos Mateus e José Cerejeira, o primeiro eleito pelo CDS e o segundo pelo PS nas autárquicas de 2001, são casos que devem ser analisados com mais cuidado, à luz de circunstâncias várias que definiram a política autárquica do Dr. Macedo Vieira, nomeadamente a grave crise internacional que afectou os mercados bolsistas em 2002.



Acho eu.



Foi de coração aberto que Macedo Vieira recebeu estes dois novos autarcas, pujantes de ideias, de soluções, de propostas, um vindo da Presidência do Clube Desportivo da Póvoa, outro em funções como Presidente da Associação de Bombeiros.
Dois pesos pesados, diriam os analistas políticos da época.



Foi o que pensou o Dr. Macedo Vieira. E em boa hora o pensou, porque ficou a saber com quem estava a lidar.



Repare o leitor como o Dr. Macedo Vieira sentiu que havia ali dois jovens vereadores brilhantes.



Na época, Fevereiro de 2002, havia necessidade de proceder à actualização do tarifário de saneamento básico, revendo toda a regulamentação relacionada com a matéria.



Uma tarefa gigantesca, só ao alcance dos mais iluminados.



Na reunião respectiva, Macedo Vieira logo declarou: eu num perxebo nada disto. Sou um zero em saneamento.



Aires Pereira fez coro: é preciso ser muita bom para criar um regulamento relacionado com o saneamento. Bolas!



Os outros entreolharam-se desconfiados.



Carlos Mateus fez peito e olhou em frente, fazendo o sinal da cruz.



José Cerejeira batia com os dedos na mesa, resultado da sua experiência como funcionário da autarquia vilacondense.



Ambos foram nomeados para resolver esse imbróglio.



Ambos sentiram que estavam a ser úteis à sociedade.



Ambos sentiram que o contributo que iriam dar poderia conferir-lhes o necessário alento para sonhar que um dia, um dia, poderiam ser Presidentes da Câmara e, dessa forma, suceder ao pior desde o 25 de Abril de 1974.



Macedo Vieira e Aires Pereira é que pensaram de outra forma:



Não lhes atribuindo qualquer pelouro, porque não interessava atribuir, acenavam-lhes com uma tarefa gigantesca e maçadora, que eles não queriam pegar de forma alguma, e obrigavam-nos a estar calados quanto à sua eventual participação na vida autárquica.



Não têm pelouros, mas temos atribuído tarefas que são importantes para todos, declaração que haviam preparado para a sempre faminta imprensa poveira.



E desta forma se cala a oposição.


sessões de câmara (3) ser oposição





Ser oposição nas autarquias é uma tarefa ingrata.


Os autarcas com maioria política trabalham para asfixiar os eleitos da oposição, recusando a aplicação de eventuais propostas apresentadas, denegrindo o seu comportamento político, criticando as suas declarações públicas e proibindo a colaboração dos funcionários em qualquer iniciativa por eles engendrada.



Tudo com o apoio discreto dos órgãos de comunicação social locais, uns de forma mais descarada, outros sob o manto da suposta independência política.



Vale tudo para manter a perpetuação no poder.



Exemplos existem, porém, de autarcas que não se enquadram no comportamento acima referido, quer porque a sua cultura política é virada para a satisfação dos interesses dos cidadãos eleitores, quer porque desde muitos jovens aprenderam que a democracia é um regime onde todos têm voz, onde todos podem criticar e onde todos podem exprimir a sua criatividade.



A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim através desse autarca modelo que é o Dr. Macedo Vieira, tem sabido dar voz às ideias da oposição, quer atribuindo tarefas aos respectivos vereadores, quer estudando com afinco as suas propostas, quer ainda pela disponibilidade em estudar conjuntamente aquilo que se verifica ser melhor para os interesses da população.



O que vinha a acontecer, principalmente com o Arq. Silva Garcia, é uma constante afronta ao trabalho desencadeado pelo Dr. Macedo Vieira, quer boicotando o seu programa eleitoral, quer tentando que o seu seja implementado nas sucessivas reuniões de Câmara.



Nem sempre foi assim, porém, o relacionamento com os vereadores da oposição, como aliás o Dr. Macedo Vieira não se cansa de repetir:



Veja-se o exemplo de Joaquim Cancela, um homem que trabalhou no duro, circulando a ideia, ainda hoje, que a Câmara da Póvoa é uma Câmara CDU, face ao ineditismo socialista que caracteriza a maioria das suas ideias.



Veja-se o exemplo de Gil da Costa, eleito pelo PS, ainda hoje tido por todos os autarcas laranjas como o melhor vereador da oposição desde o 25 de Abril, pela facilidade com que assimilava as propostas da bancada social-democrata.



Já Carlos Mateus e José Cerejeira, o primeiro eleito pelo CDS e o segundo pelo PS nas autárquicas de 2001, são casos que devem ser analisados com mais cuidado, à luz de circunstâncias várias que definiram a política autárquica do Dr. Macedo Vieira, nomeadamente a grave crise internacional que afectou os mercados bolsistas em 2002.



Acho eu.



Foi de coração aberto que Macedo Vieira recebeu estes dois novos autarcas, pujantes de ideias, de soluções, de propostas, um vindo da Presidência do Clube Desportivo da Póvoa, outro em funções como Presidente da Associação de Bombeiros.
Dois pesos pesados, diriam os analistas políticos da época.



Foi o que pensou o Dr. Macedo Vieira. E em boa hora o pensou, porque ficou a saber com quem estava a lidar.



Repare o leitor como o Dr. Macedo Vieira sentiu que havia ali dois jovens vereadores brilhantes.



Na época, Fevereiro de 2002, havia necessidade de proceder à actualização do tarifário de saneamento básico, revendo toda a regulamentação relacionada com a matéria.



Uma tarefa gigantesca, só ao alcance dos mais iluminados.



Na reunião respectiva, Macedo Vieira logo declarou: eu num perxebo nada disto. Sou um zero em saneamento.



Aires Pereira fez coro: é preciso ser muita bom para criar um regulamento relacionado com o saneamento. Bolas!



Os outros entreolharam-se desconfiados.



Carlos Mateus fez peito e olhou em frente, fazendo o sinal da cruz.



José Cerejeira batia com os dedos na mesa, resultado da sua experiência como funcionário da autarquia vilacondense.



Ambos foram nomeados para resolver esse imbróglio.



Ambos sentiram que estavam a ser úteis à sociedade.



Ambos sentiram que o contributo que iriam dar poderia conferir-lhes o necessário alento para sonhar que um dia, um dia, poderiam ser Presidentes da Câmara e, dessa forma, suceder ao pior desde o 25 de Abril de 1974.



Macedo Vieira e Aires Pereira é que pensaram de outra forma:



Não lhes atribuindo qualquer pelouro, porque não interessava atribuir, acenavam-lhes com uma tarefa gigantesca e maçadora, que eles não queriam pegar de forma alguma, e obrigavam-nos a estar calados quanto à sua eventual participação na vida autárquica.



Não têm pelouros, mas temos atribuído tarefas que são importantes para todos, declaração que haviam preparado para a sempre faminta imprensa poveira.



E desta forma se cala a oposição.


sessões de câmara (3) ser oposição





Ser oposição nas autarquias é uma tarefa ingrata.


Os autarcas com maioria política trabalham para asfixiar os eleitos da oposição, recusando a aplicação de eventuais propostas apresentadas, denegrindo o seu comportamento político, criticando as suas declarações públicas e proibindo a colaboração dos funcionários em qualquer iniciativa por eles engendrada.



Tudo com o apoio discreto dos órgãos de comunicação social locais, uns de forma mais descarada, outros sob o manto da suposta independência política.



Vale tudo para manter a perpetuação no poder.



Exemplos existem, porém, de autarcas que não se enquadram no comportamento acima referido, quer porque a sua cultura política é virada para a satisfação dos interesses dos cidadãos eleitores, quer porque desde muitos jovens aprenderam que a democracia é um regime onde todos têm voz, onde todos podem criticar e onde todos podem exprimir a sua criatividade.



A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim através desse autarca modelo que é o Dr. Macedo Vieira, tem sabido dar voz às ideias da oposição, quer atribuindo tarefas aos respectivos vereadores, quer estudando com afinco as suas propostas, quer ainda pela disponibilidade em estudar conjuntamente aquilo que se verifica ser melhor para os interesses da população.



O que vinha a acontecer, principalmente com o Arq. Silva Garcia, é uma constante afronta ao trabalho desencadeado pelo Dr. Macedo Vieira, quer boicotando o seu programa eleitoral, quer tentando que o seu seja implementado nas sucessivas reuniões de Câmara.



Nem sempre foi assim, porém, o relacionamento com os vereadores da oposição, como aliás o Dr. Macedo Vieira não se cansa de repetir:



Veja-se o exemplo de Joaquim Cancela, um homem que trabalhou no duro, circulando a ideia, ainda hoje, que a Câmara da Póvoa é uma Câmara CDU, face ao ineditismo socialista que caracteriza a maioria das suas ideias.



Veja-se o exemplo de Gil da Costa, eleito pelo PS, ainda hoje tido por todos os autarcas laranjas como o melhor vereador da oposição desde o 25 de Abril, pela facilidade com que assimilava as propostas da bancada social-democrata.



Já Carlos Mateus e José Cerejeira, o primeiro eleito pelo CDS e o segundo pelo PS nas autárquicas de 2001, são casos que devem ser analisados com mais cuidado, à luz de circunstâncias várias que definiram a política autárquica do Dr. Macedo Vieira, nomeadamente a grave crise internacional que afectou os mercados bolsistas em 2002.



Acho eu.



Foi de coração aberto que Macedo Vieira recebeu estes dois novos autarcas, pujantes de ideias, de soluções, de propostas, um vindo da Presidência do Clube Desportivo da Póvoa, outro em funções como Presidente da Associação de Bombeiros.
Dois pesos pesados, diriam os analistas políticos da época.



Foi o que pensou o Dr. Macedo Vieira. E em boa hora o pensou, porque ficou a saber com quem estava a lidar.



Repare o leitor como o Dr. Macedo Vieira sentiu que havia ali dois jovens vereadores brilhantes.



Na época, Fevereiro de 2002, havia necessidade de proceder à actualização do tarifário de saneamento básico, revendo toda a regulamentação relacionada com a matéria.



Uma tarefa gigantesca, só ao alcance dos mais iluminados.



Na reunião respectiva, Macedo Vieira logo declarou: eu num perxebo nada disto. Sou um zero em saneamento.



Aires Pereira fez coro: é preciso ser muita bom para criar um regulamento relacionado com o saneamento. Bolas!



Os outros entreolharam-se desconfiados.



Carlos Mateus fez peito e olhou em frente, fazendo o sinal da cruz.



José Cerejeira batia com os dedos na mesa, resultado da sua experiência como funcionário da autarquia vilacondense.



Ambos foram nomeados para resolver esse imbróglio.



Ambos sentiram que estavam a ser úteis à sociedade.



Ambos sentiram que o contributo que iriam dar poderia conferir-lhes o necessário alento para sonhar que um dia, um dia, poderiam ser Presidentes da Câmara e, dessa forma, suceder ao pior desde o 25 de Abril de 1974.



Macedo Vieira e Aires Pereira é que pensaram de outra forma:



Não lhes atribuindo qualquer pelouro, porque não interessava atribuir, acenavam-lhes com uma tarefa gigantesca e maçadora, que eles não queriam pegar de forma alguma, e obrigavam-nos a estar calados quanto à sua eventual participação na vida autárquica.



Não têm pelouros, mas temos atribuído tarefas que são importantes para todos, declaração que haviam preparado para a sempre faminta imprensa poveira.



E desta forma se cala a oposição.


sessões de câmara (3) ser oposição





Ser oposição nas autarquias é uma tarefa ingrata.


Os autarcas com maioria política trabalham para asfixiar os eleitos da oposição, recusando a aplicação de eventuais propostas apresentadas, denegrindo o seu comportamento político, criticando as suas declarações públicas e proibindo a colaboração dos funcionários em qualquer iniciativa por eles engendrada.



Tudo com o apoio discreto dos órgãos de comunicação social locais, uns de forma mais descarada, outros sob o manto da suposta independência política.



Vale tudo para manter a perpetuação no poder.



Exemplos existem, porém, de autarcas que não se enquadram no comportamento acima referido, quer porque a sua cultura política é virada para a satisfação dos interesses dos cidadãos eleitores, quer porque desde muitos jovens aprenderam que a democracia é um regime onde todos têm voz, onde todos podem criticar e onde todos podem exprimir a sua criatividade.



A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim através desse autarca modelo que é o Dr. Macedo Vieira, tem sabido dar voz às ideias da oposição, quer atribuindo tarefas aos respectivos vereadores, quer estudando com afinco as suas propostas, quer ainda pela disponibilidade em estudar conjuntamente aquilo que se verifica ser melhor para os interesses da população.



O que vinha a acontecer, principalmente com o Arq. Silva Garcia, é uma constante afronta ao trabalho desencadeado pelo Dr. Macedo Vieira, quer boicotando o seu programa eleitoral, quer tentando que o seu seja implementado nas sucessivas reuniões de Câmara.



Nem sempre foi assim, porém, o relacionamento com os vereadores da oposição, como aliás o Dr. Macedo Vieira não se cansa de repetir:



Veja-se o exemplo de Joaquim Cancela, um homem que trabalhou no duro, circulando a ideia, ainda hoje, que a Câmara da Póvoa é uma Câmara CDU, face ao ineditismo socialista que caracteriza a maioria das suas ideias.



Veja-se o exemplo de Gil da Costa, eleito pelo PS, ainda hoje tido por todos os autarcas laranjas como o melhor vereador da oposição desde o 25 de Abril, pela facilidade com que assimilava as propostas da bancada social-democrata.



Já Carlos Mateus e José Cerejeira, o primeiro eleito pelo CDS e o segundo pelo PS nas autárquicas de 2001, são casos que devem ser analisados com mais cuidado, à luz de circunstâncias várias que definiram a política autárquica do Dr. Macedo Vieira, nomeadamente a grave crise internacional que afectou os mercados bolsistas em 2002.



Acho eu.



Foi de coração aberto que Macedo Vieira recebeu estes dois novos autarcas, pujantes de ideias, de soluções, de propostas, um vindo da Presidência do Clube Desportivo da Póvoa, outro em funções como Presidente da Associação de Bombeiros.
Dois pesos pesados, diriam os analistas políticos da época.



Foi o que pensou o Dr. Macedo Vieira. E em boa hora o pensou, porque ficou a saber com quem estava a lidar.



Repare o leitor como o Dr. Macedo Vieira sentiu que havia ali dois jovens vereadores brilhantes.



Na época, Fevereiro de 2002, havia necessidade de proceder à actualização do tarifário de saneamento básico, revendo toda a regulamentação relacionada com a matéria.



Uma tarefa gigantesca, só ao alcance dos mais iluminados.



Na reunião respectiva, Macedo Vieira logo declarou: eu num perxebo nada disto. Sou um zero em saneamento.



Aires Pereira fez coro: é preciso ser muita bom para criar um regulamento relacionado com o saneamento. Bolas!



Os outros entreolharam-se desconfiados.



Carlos Mateus fez peito e olhou em frente, fazendo o sinal da cruz.



José Cerejeira batia com os dedos na mesa, resultado da sua experiência como funcionário da autarquia vilacondense.



Ambos foram nomeados para resolver esse imbróglio.



Ambos sentiram que estavam a ser úteis à sociedade.



Ambos sentiram que o contributo que iriam dar poderia conferir-lhes o necessário alento para sonhar que um dia, um dia, poderiam ser Presidentes da Câmara e, dessa forma, suceder ao pior desde o 25 de Abril de 1974.



Macedo Vieira e Aires Pereira é que pensaram de outra forma:



Não lhes atribuindo qualquer pelouro, porque não interessava atribuir, acenavam-lhes com uma tarefa gigantesca e maçadora, que eles não queriam pegar de forma alguma, e obrigavam-nos a estar calados quanto à sua eventual participação na vida autárquica.



Não têm pelouros, mas temos atribuído tarefas que são importantes para todos, declaração que haviam preparado para a sempre faminta imprensa poveira.



E desta forma se cala a oposição.


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

sessões de câmara (2) os santinhos







Corre por esses cafés, esquinas e ruas:



Macedo Vieira está farto de ganhar dinheiro desde que fez a parceria na Mardebeiriz com o Gomes do Marinheiro.



Aires Pereira tem mais apartamentos na cidade do que eu janelas na minha casa.



Duas certezas eu tenho, até pela origem das informações:



-Macedo Vieira possuía (ou ainda possui) uma conta em nome do filho Gustavo com mais de 100 mil contos, na época do escudo;



-Aires Pereira tem mais do que um apartamento à venda em empreendimentos sitos na Póvoa.



Ponto final.



Acreditem leitores. Eles são uns santos. Basta ouvi-los nas rádios em sucessivas entrevistas, ocas de sentido, para se arvorarem como anjos perseguidos por demónios.



Esta postura tem dado frutos ao longo de quase metade do tempo de fascismo, ou seja, ½ de 48 anos.



Atentem no especial cuidado que eles colocavam nas reuniões de Câmara quando os assuntos os envolviam directamente.



Macedo Vieira com a Mardebeiriz ou algum familiar.



Aires Pereira com a Nércio & Couto, Lda.



Gente séria. Alguém tem dúvidas?


Agora reparem neste pormenor delicioso de o vereador com o pelouro do Desporto propôr um "voto de louvor" a nada mais nada menos do que o irmão de Macedo Vieira. Claro. O homem ausentou-se da reunião, não vá dar-se o caso de no futuro virem dizer que foi ele o responsável por essa atrocidade. Ele não se chama Melro, o famoso poveiro que se desresponsabilizava de todas as cagadas que o seu "cãozinho" fazia.









sessões de câmara (2) os santinhos







Corre por esses cafés, esquinas e ruas:



Macedo Vieira está farto de ganhar dinheiro desde que fez a parceria na Mardebeiriz com o Gomes do Marinheiro.



Aires Pereira tem mais apartamentos na cidade do que eu janelas na minha casa.



Duas certezas eu tenho, até pela origem das informações:



-Macedo Vieira possuía (ou ainda possui) uma conta em nome do filho Gustavo com mais de 100 mil contos, na época do escudo;



-Aires Pereira tem mais do que um apartamento à venda em empreendimentos sitos na Póvoa.



Ponto final.



Acreditem leitores. Eles são uns santos. Basta ouvi-los nas rádios em sucessivas entrevistas, ocas de sentido, para se arvorarem como anjos perseguidos por demónios.



Esta postura tem dado frutos ao longo de quase metade do tempo de fascismo, ou seja, ½ de 48 anos.



Atentem no especial cuidado que eles colocavam nas reuniões de Câmara quando os assuntos os envolviam directamente.



Macedo Vieira com a Mardebeiriz ou algum familiar.



Aires Pereira com a Nércio & Couto, Lda.



Gente séria. Alguém tem dúvidas?


Agora reparem neste pormenor delicioso de o vereador com o pelouro do Desporto propôr um "voto de louvor" a nada mais nada menos do que o irmão de Macedo Vieira. Claro. O homem ausentou-se da reunião, não vá dar-se o caso de no futuro virem dizer que foi ele o responsável por essa atrocidade. Ele não se chama Melro, o famoso poveiro que se desresponsabilizava de todas as cagadas que o seu "cãozinho" fazia.









sessões de câmara (2) os santinhos







Corre por esses cafés, esquinas e ruas:



Macedo Vieira está farto de ganhar dinheiro desde que fez a parceria na Mardebeiriz com o Gomes do Marinheiro.



Aires Pereira tem mais apartamentos na cidade do que eu janelas na minha casa.



Duas certezas eu tenho, até pela origem das informações:



-Macedo Vieira possuía (ou ainda possui) uma conta em nome do filho Gustavo com mais de 100 mil contos, na época do escudo;



-Aires Pereira tem mais do que um apartamento à venda em empreendimentos sitos na Póvoa.



Ponto final.



Acreditem leitores. Eles são uns santos. Basta ouvi-los nas rádios em sucessivas entrevistas, ocas de sentido, para se arvorarem como anjos perseguidos por demónios.



Esta postura tem dado frutos ao longo de quase metade do tempo de fascismo, ou seja, ½ de 48 anos.



Atentem no especial cuidado que eles colocavam nas reuniões de Câmara quando os assuntos os envolviam directamente.



Macedo Vieira com a Mardebeiriz ou algum familiar.



Aires Pereira com a Nércio & Couto, Lda.



Gente séria. Alguém tem dúvidas?


Agora reparem neste pormenor delicioso de o vereador com o pelouro do Desporto propôr um "voto de louvor" a nada mais nada menos do que o irmão de Macedo Vieira. Claro. O homem ausentou-se da reunião, não vá dar-se o caso de no futuro virem dizer que foi ele o responsável por essa atrocidade. Ele não se chama Melro, o famoso poveiro que se desresponsabilizava de todas as cagadas que o seu "cãozinho" fazia.









sessões de câmara (2) os santinhos







Corre por esses cafés, esquinas e ruas:



Macedo Vieira está farto de ganhar dinheiro desde que fez a parceria na Mardebeiriz com o Gomes do Marinheiro.



Aires Pereira tem mais apartamentos na cidade do que eu janelas na minha casa.



Duas certezas eu tenho, até pela origem das informações:



-Macedo Vieira possuía (ou ainda possui) uma conta em nome do filho Gustavo com mais de 100 mil contos, na época do escudo;



-Aires Pereira tem mais do que um apartamento à venda em empreendimentos sitos na Póvoa.



Ponto final.



Acreditem leitores. Eles são uns santos. Basta ouvi-los nas rádios em sucessivas entrevistas, ocas de sentido, para se arvorarem como anjos perseguidos por demónios.



Esta postura tem dado frutos ao longo de quase metade do tempo de fascismo, ou seja, ½ de 48 anos.



Atentem no especial cuidado que eles colocavam nas reuniões de Câmara quando os assuntos os envolviam directamente.



Macedo Vieira com a Mardebeiriz ou algum familiar.



Aires Pereira com a Nércio & Couto, Lda.



Gente séria. Alguém tem dúvidas?


Agora reparem neste pormenor delicioso de o vereador com o pelouro do Desporto propôr um "voto de louvor" a nada mais nada menos do que o irmão de Macedo Vieira. Claro. O homem ausentou-se da reunião, não vá dar-se o caso de no futuro virem dizer que foi ele o responsável por essa atrocidade. Ele não se chama Melro, o famoso poveiro que se desresponsabilizava de todas as cagadas que o seu "cãozinho" fazia.









segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

sessões de câmara (1) gil da costa e outros







Embora não me recorde de quem estaria à frente da Comissão Política concelhia do PS por volta de 1997, acredito que os seus elementos encontrassem na figura de um médico o candidato ideal para fazer frente a Macedo Vieira que, na época, se preparava para ser candidato a um segundo mandato.



Também não consigo descortinar que qualidades humanas e políticas essa gente viu em Gil da Costa, o médico escolhido para representar o partido nessa batalha eleitoral.



O que sei é que, segundo os socialistas locais, o homem obteve um resultado extraordinário, quando conseguiu ser eleito vereador.



De recordar que nas autárquicas de 1993, Macedo Vieira venceu mas com minoria, ou seja, havia obtido três mandatos contra outros três do CDS e um da CDU.



Os problemas começaram quando Joaquim Cancela da CDU resolveu fazer frete atrás de frete com Macedo Vieira aprovando tudo o que a Câmara PSD pretendia, deixando dessa forma os eleitos do CDS isolados.



É uma aliança que ainda hoje dá frutos.



O trabalho autárquico de Gil da Costa resumiu-se a umas jantaradas com a maioria PSD, ele que se encontrava isolado na mesa, recheada de 6 elementos do partido laranja.



Sempre que abria a boca para dizer que tinha fome, porque não sabia mais o que dizer, Gil da Costa era esmagado pelos restantes que colocavam à sua frente dois bifes do lombo e uma garrafa de vinho tinto.



Mas Gil da Costa teve um mérito: incorporou, fez seu o trabalho autárquico de Macedo Vieira, de tal forma que se tornou anti-PS.



Reparem como ele se refere à candidatura de José Cerejeira em 2001, o tal que lhe veio tirar o lugar que ele havia conquistado a ferros.


Foi uma traição o que o partido fez com ele, mal agradecidos pelo trabalho como vereador que toda a gente reconheceu como excelente mas ninguém teve coragem de o dizer publicamente. Ingratos.



Gil da Costa sabia. Ao proceder como procedeu, sempre avalizando as propostas e decisões de Macedo Vieira, alguma prenda de Natal haveria de cair no sapatinho.



Aí o temos como Director Clínico desse miserável hospital que dá pelo nome de S. Pedro Pescador, o tal que importou a triagem de Manchester para justificar a falta de médicos.



Recentemente confrontado com a exigência da Inspecção-Geral de Saúde na sequência de uma Inspecção realizada nos anos de 2003 e 2004 por terem sido pagos, indevidamente, 282 mil euros em remunerações e regalias excessivas, Gil da Costa que antes não sabia que havia recebido dinheiros indevidamente, só soube depois da inspecção realizada, prontificou-se a devolver o dinheiro, cotando-se dessa forma como um bonzão da política, por oposição ao mauzinho que é Macedo Vieira que não devolve a massa que recebeu indevidamente.




Porém, para aqueles que acham que Gil da Costa foi um extremado oposicionista de Macedo Vieira, abrindo dessa forma caminho para a eleição de José Cerejeira, facto que todos achavam impossível, dado bom trabalho autárquico de Macedo amplamente divulgado pelos jornais na época, embora ninguém saiba qual é esse trabalho, ou seja, mais uma vez os poveiros foram tomados como burros, para esses eu deixo esta declaração de voto lida em reunião de Câmara já depois das eleições, em que ele tece os maiores elogios ao caudilho.

Como se pode ter confiança num indivíduo estes?







sessões de câmara (1) gil da costa e outros







Embora não me recorde de quem estaria à frente da Comissão Política concelhia do PS por volta de 1997, acredito que os seus elementos encontrassem na figura de um médico o candidato ideal para fazer frente a Macedo Vieira que, na época, se preparava para ser candidato a um segundo mandato.



Também não consigo descortinar que qualidades humanas e políticas essa gente viu em Gil da Costa, o médico escolhido para representar o partido nessa batalha eleitoral.



O que sei é que, segundo os socialistas locais, o homem obteve um resultado extraordinário, quando conseguiu ser eleito vereador.



De recordar que nas autárquicas de 1993, Macedo Vieira venceu mas com minoria, ou seja, havia obtido três mandatos contra outros três do CDS e um da CDU.



Os problemas começaram quando Joaquim Cancela da CDU resolveu fazer frete atrás de frete com Macedo Vieira aprovando tudo o que a Câmara PSD pretendia, deixando dessa forma os eleitos do CDS isolados.



É uma aliança que ainda hoje dá frutos.



O trabalho autárquico de Gil da Costa resumiu-se a umas jantaradas com a maioria PSD, ele que se encontrava isolado na mesa, recheada de 6 elementos do partido laranja.



Sempre que abria a boca para dizer que tinha fome, porque não sabia mais o que dizer, Gil da Costa era esmagado pelos restantes que colocavam à sua frente dois bifes do lombo e uma garrafa de vinho tinto.



Mas Gil da Costa teve um mérito: incorporou, fez seu o trabalho autárquico de Macedo Vieira, de tal forma que se tornou anti-PS.



Reparem como ele se refere à candidatura de José Cerejeira em 2001, o tal que lhe veio tirar o lugar que ele havia conquistado a ferros.


Foi uma traição o que o partido fez com ele, mal agradecidos pelo trabalho como vereador que toda a gente reconheceu como excelente mas ninguém teve coragem de o dizer publicamente. Ingratos.



Gil da Costa sabia. Ao proceder como procedeu, sempre avalizando as propostas e decisões de Macedo Vieira, alguma prenda de Natal haveria de cair no sapatinho.



Aí o temos como Director Clínico desse miserável hospital que dá pelo nome de S. Pedro Pescador, o tal que importou a triagem de Manchester para justificar a falta de médicos.



Recentemente confrontado com a exigência da Inspecção-Geral de Saúde na sequência de uma Inspecção realizada nos anos de 2003 e 2004 por terem sido pagos, indevidamente, 282 mil euros em remunerações e regalias excessivas, Gil da Costa que antes não sabia que havia recebido dinheiros indevidamente, só soube depois da inspecção realizada, prontificou-se a devolver o dinheiro, cotando-se dessa forma como um bonzão da política, por oposição ao mauzinho que é Macedo Vieira que não devolve a massa que recebeu indevidamente.




Porém, para aqueles que acham que Gil da Costa foi um extremado oposicionista de Macedo Vieira, abrindo dessa forma caminho para a eleição de José Cerejeira, facto que todos achavam impossível, dado bom trabalho autárquico de Macedo amplamente divulgado pelos jornais na época, embora ninguém saiba qual é esse trabalho, ou seja, mais uma vez os poveiros foram tomados como burros, para esses eu deixo esta declaração de voto lida em reunião de Câmara já depois das eleições, em que ele tece os maiores elogios ao caudilho.

Como se pode ter confiança num indivíduo estes?







sessões de câmara (1) gil da costa e outros







Embora não me recorde de quem estaria à frente da Comissão Política concelhia do PS por volta de 1997, acredito que os seus elementos encontrassem na figura de um médico o candidato ideal para fazer frente a Macedo Vieira que, na época, se preparava para ser candidato a um segundo mandato.



Também não consigo descortinar que qualidades humanas e políticas essa gente viu em Gil da Costa, o médico escolhido para representar o partido nessa batalha eleitoral.



O que sei é que, segundo os socialistas locais, o homem obteve um resultado extraordinário, quando conseguiu ser eleito vereador.



De recordar que nas autárquicas de 1993, Macedo Vieira venceu mas com minoria, ou seja, havia obtido três mandatos contra outros três do CDS e um da CDU.



Os problemas começaram quando Joaquim Cancela da CDU resolveu fazer frete atrás de frete com Macedo Vieira aprovando tudo o que a Câmara PSD pretendia, deixando dessa forma os eleitos do CDS isolados.



É uma aliança que ainda hoje dá frutos.



O trabalho autárquico de Gil da Costa resumiu-se a umas jantaradas com a maioria PSD, ele que se encontrava isolado na mesa, recheada de 6 elementos do partido laranja.



Sempre que abria a boca para dizer que tinha fome, porque não sabia mais o que dizer, Gil da Costa era esmagado pelos restantes que colocavam à sua frente dois bifes do lombo e uma garrafa de vinho tinto.



Mas Gil da Costa teve um mérito: incorporou, fez seu o trabalho autárquico de Macedo Vieira, de tal forma que se tornou anti-PS.



Reparem como ele se refere à candidatura de José Cerejeira em 2001, o tal que lhe veio tirar o lugar que ele havia conquistado a ferros.


Foi uma traição o que o partido fez com ele, mal agradecidos pelo trabalho como vereador que toda a gente reconheceu como excelente mas ninguém teve coragem de o dizer publicamente. Ingratos.



Gil da Costa sabia. Ao proceder como procedeu, sempre avalizando as propostas e decisões de Macedo Vieira, alguma prenda de Natal haveria de cair no sapatinho.



Aí o temos como Director Clínico desse miserável hospital que dá pelo nome de S. Pedro Pescador, o tal que importou a triagem de Manchester para justificar a falta de médicos.



Recentemente confrontado com a exigência da Inspecção-Geral de Saúde na sequência de uma Inspecção realizada nos anos de 2003 e 2004 por terem sido pagos, indevidamente, 282 mil euros em remunerações e regalias excessivas, Gil da Costa que antes não sabia que havia recebido dinheiros indevidamente, só soube depois da inspecção realizada, prontificou-se a devolver o dinheiro, cotando-se dessa forma como um bonzão da política, por oposição ao mauzinho que é Macedo Vieira que não devolve a massa que recebeu indevidamente.




Porém, para aqueles que acham que Gil da Costa foi um extremado oposicionista de Macedo Vieira, abrindo dessa forma caminho para a eleição de José Cerejeira, facto que todos achavam impossível, dado bom trabalho autárquico de Macedo amplamente divulgado pelos jornais na época, embora ninguém saiba qual é esse trabalho, ou seja, mais uma vez os poveiros foram tomados como burros, para esses eu deixo esta declaração de voto lida em reunião de Câmara já depois das eleições, em que ele tece os maiores elogios ao caudilho.

Como se pode ter confiança num indivíduo estes?







sessões de câmara (1) gil da costa e outros







Embora não me recorde de quem estaria à frente da Comissão Política concelhia do PS por volta de 1997, acredito que os seus elementos encontrassem na figura de um médico o candidato ideal para fazer frente a Macedo Vieira que, na época, se preparava para ser candidato a um segundo mandato.



Também não consigo descortinar que qualidades humanas e políticas essa gente viu em Gil da Costa, o médico escolhido para representar o partido nessa batalha eleitoral.



O que sei é que, segundo os socialistas locais, o homem obteve um resultado extraordinário, quando conseguiu ser eleito vereador.



De recordar que nas autárquicas de 1993, Macedo Vieira venceu mas com minoria, ou seja, havia obtido três mandatos contra outros três do CDS e um da CDU.



Os problemas começaram quando Joaquim Cancela da CDU resolveu fazer frete atrás de frete com Macedo Vieira aprovando tudo o que a Câmara PSD pretendia, deixando dessa forma os eleitos do CDS isolados.



É uma aliança que ainda hoje dá frutos.



O trabalho autárquico de Gil da Costa resumiu-se a umas jantaradas com a maioria PSD, ele que se encontrava isolado na mesa, recheada de 6 elementos do partido laranja.



Sempre que abria a boca para dizer que tinha fome, porque não sabia mais o que dizer, Gil da Costa era esmagado pelos restantes que colocavam à sua frente dois bifes do lombo e uma garrafa de vinho tinto.



Mas Gil da Costa teve um mérito: incorporou, fez seu o trabalho autárquico de Macedo Vieira, de tal forma que se tornou anti-PS.



Reparem como ele se refere à candidatura de José Cerejeira em 2001, o tal que lhe veio tirar o lugar que ele havia conquistado a ferros.


Foi uma traição o que o partido fez com ele, mal agradecidos pelo trabalho como vereador que toda a gente reconheceu como excelente mas ninguém teve coragem de o dizer publicamente. Ingratos.



Gil da Costa sabia. Ao proceder como procedeu, sempre avalizando as propostas e decisões de Macedo Vieira, alguma prenda de Natal haveria de cair no sapatinho.



Aí o temos como Director Clínico desse miserável hospital que dá pelo nome de S. Pedro Pescador, o tal que importou a triagem de Manchester para justificar a falta de médicos.



Recentemente confrontado com a exigência da Inspecção-Geral de Saúde na sequência de uma Inspecção realizada nos anos de 2003 e 2004 por terem sido pagos, indevidamente, 282 mil euros em remunerações e regalias excessivas, Gil da Costa que antes não sabia que havia recebido dinheiros indevidamente, só soube depois da inspecção realizada, prontificou-se a devolver o dinheiro, cotando-se dessa forma como um bonzão da política, por oposição ao mauzinho que é Macedo Vieira que não devolve a massa que recebeu indevidamente.




Porém, para aqueles que acham que Gil da Costa foi um extremado oposicionista de Macedo Vieira, abrindo dessa forma caminho para a eleição de José Cerejeira, facto que todos achavam impossível, dado bom trabalho autárquico de Macedo amplamente divulgado pelos jornais na época, embora ninguém saiba qual é esse trabalho, ou seja, mais uma vez os poveiros foram tomados como burros, para esses eu deixo esta declaração de voto lida em reunião de Câmara já depois das eleições, em que ele tece os maiores elogios ao caudilho.

Como se pode ter confiança num indivíduo estes?







sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

repto ao dr. macedo vieira


O tempo encarregou-se de apaziguar os ânimos, mas para muitos funcionários da Câmara, aquele dia ficou marcado nas suas vidas como o mais aterrorizante de todos quantos haviam passado na autarquia.Tudo aconteceu há cerca de 5 anos.Macedo Vieira estava extremamente zangado com a forma indigna com que os funcionários, em surdina, se referiam a ele: era o Magala, era o Dr. Zé, era o Sargenor. Enfim! Nomes que não sendo ofensivos da dignidade do autarca, o importunavam na forma de ser autoritária que o caracterizava.Reunido com os seus capangas ficou decidido:Enfiar todos os funcionários no Pavilhão Municipal e espetar um arraial de porrada, de forma a eles nunca mais se meterem com o caudilho.Para o acto solene foram contratados vários seguranças ligados à noite poveira, como o Faísca, o Catricoto, o Jamaica e o Bacalhau, chefiados pela Peixe, essa víbora de maldade.O semblante estampado no rosto de todos os que entravam era de total terror.


Claro que esta história não é verídica. Mas apenas nas intenções. Porque como o leitor pode ver foi aprovado em reunião de Câmara chamar todos os funcionários ao Pavilhão Municipal.Quais as intenções? Populistas com toda a certeza.


Por este motivo quero lançar um repto ao Dr. Macedo Vieira (com o devido respeito pelo de Aires Pereira que continua em vigor), um poveiro de Beiriz que sente a cidade como se ela fosse dele, impoluto porque não poluído, apesar de se banhar nas águas das praias, conhecedor da realidade social das suas gentes, apesar de não cumprimentar ninguém:


Dr. Macedo Vieira!


Desafio V. Exª a publicar no site da Câmara todas as actas de reuniões desde que tomou posse em 1994.


Seria um contributo inestimável para se elaborar a história da destruição da Póvoa de Varzim.


E com este post quero dar início a uma semana em que se vão revelar algumas curiosidades da política poveira, toda ela cozinhada em reuniões de Câmara.





repto ao dr. macedo vieira


O tempo encarregou-se de apaziguar os ânimos, mas para muitos funcionários da Câmara, aquele dia ficou marcado nas suas vidas como o mais aterrorizante de todos quantos haviam passado na autarquia.Tudo aconteceu há cerca de 5 anos.Macedo Vieira estava extremamente zangado com a forma indigna com que os funcionários, em surdina, se referiam a ele: era o Magala, era o Dr. Zé, era o Sargenor. Enfim! Nomes que não sendo ofensivos da dignidade do autarca, o importunavam na forma de ser autoritária que o caracterizava.Reunido com os seus capangas ficou decidido:Enfiar todos os funcionários no Pavilhão Municipal e espetar um arraial de porrada, de forma a eles nunca mais se meterem com o caudilho.Para o acto solene foram contratados vários seguranças ligados à noite poveira, como o Faísca, o Catricoto, o Jamaica e o Bacalhau, chefiados pela Peixe, essa víbora de maldade.O semblante estampado no rosto de todos os que entravam era de total terror.


Claro que esta história não é verídica. Mas apenas nas intenções. Porque como o leitor pode ver foi aprovado em reunião de Câmara chamar todos os funcionários ao Pavilhão Municipal.Quais as intenções? Populistas com toda a certeza.


Por este motivo quero lançar um repto ao Dr. Macedo Vieira (com o devido respeito pelo de Aires Pereira que continua em vigor), um poveiro de Beiriz que sente a cidade como se ela fosse dele, impoluto porque não poluído, apesar de se banhar nas águas das praias, conhecedor da realidade social das suas gentes, apesar de não cumprimentar ninguém:


Dr. Macedo Vieira!


Desafio V. Exª a publicar no site da Câmara todas as actas de reuniões desde que tomou posse em 1994.


Seria um contributo inestimável para se elaborar a história da destruição da Póvoa de Varzim.


E com este post quero dar início a uma semana em que se vão revelar algumas curiosidades da política poveira, toda ela cozinhada em reuniões de Câmara.